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Estudantes unem teoria e prática em exposição

Alunos expuseram conteúdo em história, ciência e arte para mais de 500 pessoas.

9 de julho de 2014
A feira existe há 18 anos, mas há três anos é intitulada por Feiciart.

A feira existe há 18 anos, mas há três é intitulada por Feiciart.

Juiz de Fora, MG… [ASN] Conteúdos que saíram dos livros, do caderno e viraram exposição para mais de 500 pessoas. Assim foi a Feira de Ciência Cultura e Arte (Feiciart) no último domingo, 6 de julho, na Escola Adventista de Juiz de Fora.

Realizado pelos alunos, com orientação dos professores e organizadores, Gerardo Rodrigues, professor de Ciências, Química e Física, e por Alexandro Gomes, professor de Artes, foram expostos trabalhos que exigem habilidade mecânica, conhecimentos em biologia, história e arte.

Um grupo que abordou a anatomia da mão, por exemplo, apresentou uma mão mecânica que captava, através de fios, os movimentos dos dedos do aluno. Já em outra banca, estudantes mostravam o poder da pressão, capaz de levantar até um carro.

Contudo, a preparação, segundo Gomes, começou desde as primeiras aulas de 2014 e tem um propósito para ser realizado. “Como a nossa escola trabalha com competências e habilidades, se tivermos só a teoria, o processo cognitivo não acontece”, explica um dos organizadores do evento.

Quem pensou que só os grandes participaram, se enganou. A feira envolveu todos os alunos, que vão da pré-escola até o nono ano. Para Ester de Lemos, que apresentou um trabalho sobre a chuva ácida, essa experiência foi válida. “Foi um desafio, mas fiz tudo o que aprendi na sala de aula. Com certeza, vai ficar na minha lembrança.”

Os pais de alunos, assim como a dona de casa Ana Paula Castro, não perderam a exposição. Ana Paula participa da feira há cinco anos e, como todos os anos, aprovou o projeto. “Eu acho uma ótima motivação aos alunos. A minha filha estuda no quinto ano e a turminha dela trabalhou o respeito ao próximo. Eles visitaram um asilo e ela sentiu-se feliz em conhecer os idosos e ser útil a eles, mas triste pela realidade do abandono. Ela os considera muito”, afirma. [Equipe ASN, Vanessa Lemes]

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