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Estudantes dos cursos de sáude da Fadba apoiam projeto Pró-vida

Com o objetivo de proporcionar um atendimento assertivo em todos os aspectos, os cursos de Fisioterapia e Psicologia foram convidados para uma ação conjunta.

Por Ana Clara Silveira 5 de outubro de 2021

Estudantes da Fadba são voluntários da ADRA. (Foto: colaboração)

 O projeto Pró-vida é um programa vinculado a ADRA, Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, com objetivo de acolher pessoas que fazem uso de substâncias químicas, de forma que sejam auxiliados no processo de reabilitação física e social. Dessa forma, estarão aptas para retornar ao convívio em sociedade.

A ideia surgiu do grupo de alunos formandos de Enfermagem orientados pela professora Sônia Elizi. Com o objetivo de proporcionar um atendimento assertivo em todos os aspectos, os cursos de Fisioterapia e Psicologia foram convidados para uma ação conjunta, auxiliando na imersão do público-alvo na proposta do projeto. Segundo o estudante de Fisioterapia, Edvan Santos, eles “montaram ações que proporcionassem melhor qualidade de vida no âmbito espiritual, psicológico, social, físico”.

Pró-vida

Comunidade é atendida pelos estudantes da Fadba. (Foto: colaboração)

O projeto Pró-vida recebe diversas doações que podem ser em forma de alimentos, cobertores, roupas e dinheiro, mas também ações educativas e sociais. Além disso, a reabilitação dos indivíduos acontece em meio a natureza, com o apoio de profissionais de saúde dispostos a facilitar a reintegração social.

Os estudantes identificaram que a maioria das pessoas que se tornam viciadas em drogas estão em situação de vulnerabilidade social. Edvan explica que “o que mais falta para essas pessoas é apoio da comunidade em geral e das instituições governamentais”. Por conta disso, os estudantes decidiram ouvir e assistir a esse grupo. “Mudamos tanto a vida deles quanto a nossa”, assegura o formando.

Apesar da pausa em alguns projetos por conta da pandemia, os alunos conseguem ajudar a comunidade cumprindo requisitos dos cursos de graduação. Edvan fortalece que seria “importante que os alunos olhassem e destinassem seus trabalhos socias para o apoio das entidades de apoio social, como Pró-vida, orfanatos, abrigos de idosos, núcleo de apoio para mulheres e crianças que sofreram ou sofrem violências domésticas e escolas presentes na comunidade”.

Edvan acredita que muito pode ser feito para ajudar aos outros. Ele também conta que os participantes do projeto celebram o feedback positivo que receberam após o contato com as pessoas do Pró-vida. Eles afirmam que percebem essa gratidão “através de gestos, sorrisos, convites para retorno e felicitações”.

Apoio da Fadba

Comunidade é beneficiada com projeto Pró-Vida. (Foto: colaboração)

Para Edvan, “a Fadba é um lugar especial, que fomenta, incentiva e imerge seus alunos a serem voluntários”. Ele acrescenta que um exemplo disso é a grade de disciplinas dos cursos. “Ela proporciona essas experiências de troca e auxílio”, comemora. Além do incentivo acadêmico, a Fadba tem outros programas de voluntariado para atendimento de diferentes públicos. “Assistência social e voluntariado está impresso no DNA da Fadba”, finaliza.

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