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Coordenação do Colégio Adventista da Bahia recebe melhor colocação no prêmio CPBedu

O objetivo geral do projeto premiado foi o de compreender a importância da Constituição Federal no âmbito da democracia brasileira como exercício da cidadania.

Por Wiliane Passos 5 de dezembro de 2018

Cláudia Alves, coordenadora pedagógica do Colégio Adventista da Bahia recebe premiação.

O Colégio Adventista da Bahia (CAB) foi premiado na categoria Coordenação e Orientação, que na pessoa da coordenadora pedagógica Cláudia Alves, apresentou o projeto “SIHUMA (Simpósio de Ciências Humanas): 30 anos da Constituição Federal Brasileira de 1988: Caminhos e desafios para a cidadania”, que aconteceu em Junho deste ano.

Casa Publicadora Brasileira realizou a segunda edição do premio CPBedu em sua sede (Tatuí – SP). Pelo segundo ano consecutivo, educadores da rede adventista puderam inscrever seus trabalhos. Neste ano, foram enviados 700 projetos e 40 foram selecionados. O CPBedu premia os melhores projetos em cinco categorias: Educação Infantil, Fundamental 1, Fundamental 2, Ensino Médio e Coordenação Pedagógica/Orientação Educacional.

A Faculdade Adventista da Bahia, através do Colégio Adventista da Bahia, submeteu dois trabalhos à avaliação e dois deles, estiveram entre os 40 finalistas. O projeto vencedor da categoria coordenação pedagógica e o projeto “Master Chef Junior”, que foi enviado e representado pela professora Darty Cleia.

“O principal objetivo do projeto foi mostrar aos alunos que os alimentos criados por Deus, além de saudáveis também são gostosos. O início do projeto apresentou a temática: alimentação humana. Foram feita leituras, debates, resolução de questões e jogos de perguntas e respostas. Para colocar em prática o que aprenderam, os educandos foram separados em grupos e tiveram que reproduzir uma receita na sala”, explica Darty.

Sobre o Simpósio de Humanidades:

A realização do Simpósio de Humanidades constituiu importante ação na área de Ciências Humanas e suas Tecnologias sem, contudo, perder de vista a integração e o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento (Linguagens, Ciências Naturais e Ciências Exatas) com o firme propósito de sustentar as relações de ensino e aprendizagem na perspectiva interdisciplinar. O tema proposto para o SiHuma (Simpósio de Humanidades), trouxe para a centralidade do debate “Os 30 Anos da Constituição Federal Brasileira de 1988: Caminhos e desafios para a cidadania”, oportunidade na qual o CAB transformou-se em um grande fórum de reflexões sobre a configuração do Estado Brasileiro e os Princípios Fundamentais consagrados pela “Constituição Cidadã”.

Assim, com o foco na formação dos nossos jovens quanto aos diversos sentidos da cidadania, foram ofertadas: conferências, mesas-redondas, mini-cursos, oficinas pedagógicas e mostras. O protagonismo dos nossos estudantes do Ensino Médio e séries finais do Ensino Fundamental foi assegurado com as apresentações acadêmicas, artísticas e lúdicas com as quais a nossa escola esteve envolvida, incentivando a cidadania cívica, mas acima de tudo, na perspectiva do currículo integral restaurador a preparação para uma cidadania celeste, uma vez que este é um dos grandes objetivos da Educação Adventista.

O objetivo geral do SIHUMA foi o de compreender a importância da Constituição Federal no âmbito da democracia brasileira como exercício da cidadania plena na sociedade brasileira; bem como contribuir para o desenvolvimento dos princípios da cidadania entre os estudantes; Analisar o contexto histórico, social, político e econômico desde a instalação da Assembleia Constituinte até a sua Promulgação; Investigar o conceito de cidadania ao longo do processo histórico brasileiro, desde a primeira Constituição Brasileira (1824) e articular o tema do PMDE “Igualdade” com os princípios constitucionais.

Dentro do mesmo evento, aconteceram os prêmios:

  • CAB de Redação (Concurso de Redação)
  • CAB de Fotografia “A Constituição vista pela minha lente”

As bases do projeto foram lançadas pelo professor Gilmar Costa, juntamente com a equipe do clube de linguagens e adaptadas para o clube de humanidades pelo professor Fábio Batista, coordenador da área de linguagens. O CAB tem investido na iniciação cientifica dos alunos, ainda no ensino básico, que através dos clubes de pesquisa e dos simpósios, escreveram um livro (saiba mais) e apresentaram projetos de lei para o programa Parlamento Jovem, do Governo Federal. Um desses projetos inclusive foi aprovado e tivemos a representação de um dos nossos estudantes no Senado Federal (leia mais).

Encerramento do Simpósio de Humanidades na Faculdade Adventista da Bahia. Foto: Wiliane Passos

Cláudia Alves é Coordenadora pedagógica do CAB e conta que foi muito especial ter participado do concurso, primeiro pela oportunidade de representar a instituição. “Ter ficado entre os 40 finalistas já foi motivo de muita alegria para nós, por perceber que estamos dando passos no caminho certo. Pra mim de modo especial, o sucesso, o segredo da vitória desse projeto, não pelo simpósio em si, mas pela forma como ele foi feito, o envolvimento dos professores, da área de ciências humanas, nas pessoas do professor Fábio, Jefferson, Gilmar, Esmeraldo, o comprometimento do Pr. Guto em nos estimular, em sonhar grande, tudo isso fez a diferença”.

Cláudia destaca que o grande diferencial do Simpósio de Ciências humanas foi o protagonismo discente, onde os alunos estiveram envolvidos diretamente, desde a idealização, a concepção do simpósio. Os estudantes sugeriram temas, metodologias, participaram durante o simpósio como monitores, cuidadores, se apresentaram e foram fortemente impactados a partir da sua participação neste evento.

“Essa premiação marca um novo momento da educação básica da Faculdade Adventista da Bahia e a torcida é para que essa premiação sirva de motivação para continuar avançando, fazendo mais e melhor o trabalho, que é um trabalho feito pensando no comprometimento com a obra e a causa de Deus”, conclui.

Leia mais sobre o evento AQUI.

Professores finalistas do prêmio CPBedu. (Foto: Thiago Basílio)

Sobre o prémio CPBedu: 

Mais do que uma cerimônia de entrega de troféus para educadores com boas ideias, a programação é uma oportunidade para reforçar o propósito da educação adventista. “Há muitas escolas que informam, mas poucas que transformam”, enfatizou o pastor Erton Köhler, líder da igreja na América do Sul, uma das autoridades eclesiásticas presentes na programação.

Tendo em vista o diferencial da rede, o prêmio auditado pela Caixa Econômica Federal tem valorizado práticas docentes e projetos pedagógicos que contribuem não somente para melhorar a aprendizagem, mas especialmente para promover a integração fé-ensino. (Informações CPB/ RA).

Assista o vídeo com a reportagem do projeto premiado:

 

 

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