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Alunos de Escola Adventista são premiados em Olimpíada Internacional de Matemática

Ao todo, 13 estudantes foram premiados pela Associação Internacional Canguru sem Fronteiras

Por Daniel Gonçalves 6 de julho de 2021

Foram mais de seis milhões de participantes em todo o mundo

A Canguru sem Fronteiras é uma associação internacional que promove a matemática em todo o mundo. Anualmente, um grupo de professores da entidade elabora questões que serão usadas nas provas aplicadas pelos países participantes do evento. Somente no Brasil, neste ano, quase 25 mil estudantes participaram do concurso, divididos em quatro categorias.  E 13 estudantes da Escola Adventista de Tubarão (SC) conquistaram as primeiras colocações no projeto.

“Em reunião com nossos professores de Língua Portuguesa e Matemática elaboramos um plano ousado, intensivos interdisciplinares inovadores, com uma proposta articulada e aprendizagem prática. E os resultados estão aí para mostrar a qualidade do ensino da nossa escola”, explica a professora Daiane Pinheiro, diretora da Escola Adventista de Tubarão. Ao todo, foram duas medalhas de ouro, uma de prata, cinco de bronze e outras cinco medalhas Honra ao Mérito conquistadas pelos alunos da escola do Sul de Santa Catarina.

Essa Olimpíada de Matemática chegou ao Brasil em 2009 e vem crescendo o número de participantes ao longo dos anos. “As provas não são fáceis. Exigem conhecimento básico, interpretação e raciocínio lógico. Sem estes três pilares o aluno não tem sucesso. Os resultados condizem com o potencial desenvolvido em nossos estudantes. Formar para a vida utilizando a Matemática é simplesmente fantástico. São aulas que os alunos levarão para a vida, na prática”, ressalta Douglas Antunes, professor de Matemática.

A Canguru sem Fronteiras envolve anualmente cerca de seis milhões de participantes de mais de 80 países. “Participar dos simulados e desse concurso me incentiva a aprender, forma amizades para vida, nos ajuda a entender o outro, entre outros aspectos”, comenta Débora Trizotti, do 9ª ano.

“Sinto garantia de preparação com minhas aulas na escola. Sei que ao fazer algo oficial como o ENEM, Vestibular ou a Olímpiada Internacional de Matemática, já estou preparada, porque tenho a base dada por meus professores”, acrescenta Isabelle Botega, do 6º ano.

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