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Alunos da Escola Adventista de Criciúma produzem filmes sobre personalidades brasileiras

Projeto Meu Brasil Brasileiro motivou os alunos a produzirem vídeos sobre artistas, escritores e cientistas famosos que contribuíram com a sociedade no país

Por Daniel Gonçalves 9 de setembro de 2020

Apresentação dos vídeos foi feita no estacionamento da escola no formato Drive In

“Nós só somos independentes quando realmente temos o conhecimento”. Pensando nisso foi que a Escola Adventista de Criciúma (EAC) realizou o projeto Meu Brasil Brasileiro. Alunos do 6º ao 9º Ano realizaram pequenos filmes sobre a vida de personalidades brasileiras. Pessoas que contribuíram positivamente para a sociedade. A exibição aconteceu na véspera da Independência do Brasil e ocorreu no estacionamento da escola no formato Drive In.

Os trabalhos giraram em torno da literatura, arte e ciência. Pessoas como Romero Brito, Anita Malfatti, Santos Dummont, Francisco Canhos foram apresentadas em formatos de telejornalismo, documentário e até produções cômicas. “Nós escolhemos essa data emblemática para fazermos essa ponte entre essa questão do conhecimento e da independência. Nós só somos independentes quando realmente temos o conhecimento”, explica a professora Eliane Coimbra, diretora escolar.

Para os professores foi uma oportunidade de aprofundar mais o conhecimento apresentado nas aulas virtuais. “Em 1922 aconteceu a Semana da Arte Moderna, momento que os artistas do Brasil mudaram um pouco a cara das nossas produções para um estilo mais nacional. E foi neste contexto que incentivamos os alunos a procurarem conhecer os artistas nacionais. Foi um momento também dos pais conhecerem os trabalhos de seus filhos”, comenta a Kelen Peres Cizenski Demétrio, professora de artes.

Os alunos se aprofundaram nos temas, usando a criatividade para produzir os filmes e consequentemente adquirindo conhecimento. “O meu projeto foi sobre o Romero Brito. Ele é um grande pintor brasileiro que trabalha com figuras geométricas e cores vibrantes. Ele não só trabalha com pinturas, mas também com esculturas, instalações públicas e retrato de pessoas”, diz Victor, do 6º Ano. Para Amanda Galeão, do 7º Ano, o evento, realizado no dia 6 de setembro, também foi um momento de sair um pouco de casa durante a pandemia: “Valeu a pena porque a gente, além de se manter mais conectado com a escola, aprende demais. E nessa pandemia, como estamos muito separados, ficamos aqui um pouco mais juntos”.

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