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Adventista é eleito “Capixaba do Ano” na categoria Meio Ambiente

O sargento Anderson Sabará idealizou o projeto “Reflorestando Nascentes”, que já plantou mais de 1,3 mil mudas de árvores. Iniciativa foi premiada pela A Gazeta

8 de maio de 2017

[Vitória, ASN] Pessoas que atuam em suas comunidades, fazem a diferença por onde passam e contribuem para o Estado do Espírito Santo. Esse é o perfil das personalidades que receberam o Prêmio “Capixabas do Ano”, promovido pela Rede Gazeta. Entre tantas iniciativas, o sargento Anderson Sabará da Silva, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) em Barra de São Francisco, foi eleito o capixaba do ano na categoria “Meio Ambiente”. Ele foi o primeiro colocado entre os concorrentes da categoria com 56,73% dos votos dos internautas.

Idealizador do projeto “Reflorestando Nascentes”, o sargento plantou, juntamente com o Clube de Desbravadores da região, mais 1,3 mil mudas de árvores nativas e frutíferas em oito nascentes em Barra de São Francisco, no norte capixaba. O trabalho também contou com o apoio dos alunos da Escola Municipal Fazenda Barbosa e da Escola Estadual de Vargem Alegre. A premiação do “Capixabas do Ano” homenageou pessoas atuantes em nove áreas sociais e foi na última quarta-feira (3).

Anderson fala sobre como começou o projeto. “ Fizemos (Polícia Militar) uma reunião para desenvolver ações de benefício para a nossa comunidade. Entre outras iniciativas sociais, surgiu a ideia de reflorestar nascentes. A partir disso, reflorestamos nascentes e plantamos quase 1,5 mil mudas com a ajuda dos Desbravadores. Contamos ainda com o apoio de proprietários rurais e engenheiros florestais.  Durante esse período, crianças e jovens de escolas da região participaram de palestras e aulas sobre preservação ambiental”, conta.

O objetivo foi desenvolver a consciência ambiental entre crianças e adolescentes e contribuir para o futuro de milhares de pessoas que vivenciam um contexto de crise hídrica. “Passamos por momentos difíceis, mas tentamos resolver ou minimizar esses problemas.  Pensamos em algo coletivo, pois essas árvores vão beneficiar outras gerações, como nossos filhos e netos”, ressalta.

O reconhecimento, segundo ele é gratificante, mas tudo isso ele deve a Deus. “Quando tive a ideia, junto com a professora Eliene, não pensei que chegaríamos tão longe. Mas, agradeço a Deus que nos fortaleceu e trouxe pessoas que nos apoiaram. Foi ele que colocou o prêmio em minhas mãos. É muito gratificante, pois nossa maior realização é ajudar ao próximo”, destaca.  [Equipe ASN, Rayssa Santos]

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