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Zona Sul de SP participa do projeto Quebrando o Silêncio

Em 2018 a principal abordagem do projeto foi em relação ao suicídio. Com o tema "Não Quero Morrer - Quem pensa em suicídio precisa de ajuda para enxergar uma solução", todos os materiais e ações foram planejada com o objetivo de orientar famílias e pessoas próximas a identificarem pessoas que precisam de ajuda, e também a mostrar que existe uma solução. 

30 de agosto de 2018

São Paulo, SP [ASN] Durante todo o ano a Igreja Adventista, em toda a América do Sul, se mobiliza em divulgar de forma o Projeto Quebrando o Silêncio, uma iniciativa da Igreja contra o abuso e a violência doméstica, que acontece desde 2002. Mas sempre no quarto sábado de Agosto, o “Dia da ênfase contra o abuso e a violência”, movimenta membros em passeatas, fóruns, manifestações e eventos. Esses são meios usados para conscientizar e orientar a população em geral sobre as estatísticas alarmantes, ajudando a prevenir novos casos também coibindo agressores. Em 2018 a principal abordagem do projeto foi em relação ao suicídio. Com o tema “Não Quero Morrer – Quem pensa em suicídio precisa de ajuda para enxergar uma solução”, todos os materiais e ações foram planejada com o objetivo de orientar famílias e pessoas próximas a identificarem pessoas que precisam de ajuda, e também a mostrar que existe uma solução.

Igrejas da Associação Paulistana, sede da Igreja Adventista para a região central de São Paulo, também participaram da ação. Uma delas foi a do bairro de Santo Amaro, uma região populosa na zona sul da capital. A praça central do bairro recebeu o grupo da igreja que estava completo, membros em geral, Ministério da Mulher, jovens, Desbravadores e Aventureiros. Ao redor da praça o convite era feito através de faixas carregadas por voluntários em frente a carros parados no semáforo, enquanto outro distribuia material aos motoristas. Na praça, em meio a um grande centro comercial, tendas ofereciam serviços e chamavam a atenção da população. A primeira delas trazia uma varal solidário. Ali era possível doar e receber roupas e sapatos. Em outra uma equipe médica oferecia exames rápidos, como o teste de glicemia e a aferição da pressão arterial, e em seguida uma tenda de oração recebia pessoas que buscavam uma palavra de conforto. Ali também era possível receber orientação jurídica e psicológica, graças a parceria feita com o Núcleo de Proteção Jurídico Social e Apoio Psicológico. Enquanto tudo isso acontecia, Desbravadores e Aventureiros distribuíam livros com o tema esperança e material do projeto. A tarde terminou com o grito simbólico de não ao suicídio, que reuniu organizadores e pessoas que passavam pelo local, todos juntos empenhados na prevenção. [ASN – Loren Vidal]

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