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Voluntários da ADRA distribuem rosas em hospital

Os pacientes oncológicos e transplantados receberam do projeto uma máscara imunológica personalizada.

Por Emanuele Fonseca 21 de maio de 2019

 

Foto: Richard Garcia

O que você faz aos sábados à tarde? Sai com a família para passear? Fica com os amigos? Dorme? Uma galerinha do bem começou esse mês de maio com um itinerário diferente no período vespertino do fim de semana.

Doutores da Esperança é um dos projetos da ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais). O grupo é composto por músicos, cantores, palhaços e intercessores. A ideia é visitar os quartos dos hospitais, levando alegria e companhia para os pacientes.

O criador do projeto, Tiago Fiebig, conta que começou a idealizar o conceito do programa depois que ficou muito doente. “Entendi que a gente precisa fazer alguma coisa pelas pessoas que se encontram em um ambiente hospitalar. Queremos visitar de forma sistemática os hospitais, levando descontração e também utilizando métodos para pregar a palavra de Deus”, comenta.

O projeto original iniciou no Rio de Janeiro entregando livros que falam de esperança e amor. Além das literaturas, os Doutores da Esperança do Rio Grande do Sul presentearam os pacientes oncológicos e transplantados com uma máscara imunológica personalizada.

A ideia é apresentada para vários hospitais de Porto Alegre, e a administração do Hospital Mãe de Deus aceitou o convite para uma ação especial dos Dias das Mães.

 

Dia das Mães

A ação do último sábado,11, começou às 13h e terminou às 17h. Os voluntários visitaram 230 leitos e distribuíram 280 rosas para as mães e acompanhantes. Foram quatro horas de músicas ao longo de nove andares.

Funcionária, Adriana Nunes, participando da ação.

A funcionária do hospital, Adriana Nunes, resolveu não ficar de fora da homenagem. Ia na frente, anunciando a presença dos visitantes para os pacientes e familiares. “ Eu tenho certeza que hoje esse gesto mudou a vida de alguém, nem que seja por uma tarde. Tinham andares que os pacientes já estavam esperando com a cadeirinha na porta”, comemora.

 

Gratidão de Ceni

Ceni Tressoldi está no hospital há uma semana, seu filho de 23 anos depois de uma síndrome gripal foi constatado com H1N1 e contraiu uma bactéria forte que prejudicou seu pulmão em questão de horas. A mãe que passaria o Dia das Mães na sala de espera, explica como se sentiu depois desta visita inesperada: “Fez muita diferença pra mim, o coração fica mais leve, parece que tira um peso de dentro da gente. Eu só tenho a agradecer, para mim foi a melhor coisa do mundo, parecia que era ele que estava me entregando as flores”, elogia.

– Seja também um voluntário! Entre em contato pelo WhatsApp: (51) 98037-9548

 

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