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Fé motiva mãe de prematuro a superar complicações da gravidez e parto

7 de maio de 2015
Vídeo especial relata história da pianista Renata que não pode levar sua filha ao sair da maternidade

Bebê nasceu em julho de 2006, aos sete meses, e ficou por 40 dias na UTI

Belo Horizonte, MG… [ASN] Como a maior parte das mulheres, o sonho da pianista Renata Cicarini era ser mãe. Por isso, antes mesmo de engravidar, já havia comprado os móveis para o quarto do neném, roupas e até fraldas. Tudo já estava pronto, mas ainda faltava o mais importante: o bebê.

Em 2006, Renata e seu esposo, Maurício Ferraz, receberam a notícia mais desejada: um bebê começava a se formar no ventre de Renata. Até então, o casal, entusiasmado, não imaginava que sua alegria seria acompanhada de momentos difíceis.  A gestação foi tranquila até o 5º mês, quando, em um dos exames de rotina para avaliar a saúde do feto, o casal recebeu um diagnóstico inesperado. “No ultrassom foi constatado que as artérias estavam obstruídas. Eu havia tido uma espécie de trombose intra-uterina”, explica Renata.

Devido ao problema, a criança tão sonhada poderia ficar com sequelas para toda a vida ou até nem vir a nascer. A notícia preocupou a família. Em uma das noites, ao ler a Bíblia, Renata se deparou com o texto de Jeremias 31:16: “Assim diz o SENHOR: Reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos; porque há recompensa para as tuas obras, diz o SENHOR, pois os teus filhos voltarão da terra do inimigo”, (versão Almeida Revista e Atualizada). O texto trouxe consolo para o casal. “Ao ler esse versículo, olhei pra cima e falei: ‘ele sabe que eu estou chorando’, foi um momento muito marcante”, recorda a pianista.

Ana Luíza nasceu em 6 de julho de 2006, aos sete meses, com o peso e o desenvolvimento de um bebê de seis meses. Por isso, foi preciso ficar 40 dias na UTI. Na primeira semana após o parto, Renata só pode encostar as mãos na filha, que estava na incubadora. Somente na semana seguinte, é que a pianista pode sentir a alegria de colocar a filha no colo pela primeira vez.

Ana Luíza está com oito anos e não ficou com nenhuma sequela

Hoje, Ana Luíza está com oito anos e não ficou com nenhuma sequela

“Um dos momentos mais difíceis foi sair do hospital sem ela. É quando a gente começa a dar valor às pequenas coisas. Quase todas as mães quando dão a luz já carregam, amamentam, trocam a fralda, dão banho, levam para casa. E eu não pude faze nada disso”, comenta Renata.

A pesar dos riscos aos quais foi exposta, Ana Luíza é uma criança sem sequelas. Hoje, aos oitos anos, ela estuda o 3º ano e entre suas atividades preferias está tocar harpa.  “Quando eu levo Ana Luíza aos médicos, eles não entendem como ela teve todo esse quadro e não ficou com nenhuma sequela. Eles pedem para repetir os exames e nada consta. Então é um milagre. Todos os dias eu olho para ela e digo obrigada, meu Deus, por este presente tão lindo”, conta Renata, emocionada.

A história de fé foi contada em vídeo especial de Dia das Mães produzido pelo Centro de Mídia da Associação Mineira Central, sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a região central de Minas Gerais e Triângulo Mineiro. Assista ao vídeo:

[Equipe ASN, Fernanda Beatriz]

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