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Congresso regional incentiva envolvimento missionário de mulheres em Campo Mourão

Além de oferecer seminários, programação contou com investidura de dezenas de mulheres que querem atuar em iniciativas missionárias.

Por Willian Vieira 6 de junho de 2019

No último sábado, um congresso regional movimentou centenas de mulheres de Campo Mourão e cidades próximas na região. O objetivo foi celebrar o Sábado Missionário da Mulher Adventista e ao mesmo tempo envolvê-las no projeto Mulheres Evangelizadoras Levando Luz, conhecido como Mel.

Para a líder do departamento da Igreja Adventista que atende mulheres no oeste do Paraná, Eunice Freires, a data é essencial para reforçar o valor das voluntárias diante do contexto da igreja. “É importante que ela [mulher] tenha um dia reservado para que seja lembrada, condecorada e também estimulada a se envolver no trabalho. Assim, elas podem mostrar a igreja o que o Ministério da Mulher tem feito e ao mesmo tempo contagiarem outras mulheres sensíveis ao evangelho a estarem ativas no trabalho”, explica Eunice.

A iniciativa visa envolver voluntárias em aspectos que envolvem a comunhão com Deus, o relacionamento com a comunidade e a missão de espalhar as boas notícias do evangelho bíblico. Cada mulher que aceitou o desafio foi investida com um lenço colorido, que deve lembrá-la sempre da responsabilidade assumida.

A partir de agora, as voluntárias estarão inseridas em ações missionárias do projeto – como, por exemplo, grupos de oração, equipes de visitação e ministração de estudos bíblicos – em parceria com outras áreas da igreja.

Além da líder Eunice,  o evento também contou com a presença de Denise Lopes, que coordena o Ministério da Mulher no Sul do Brasil. Ela foi responsável por alguns dos seminários oferecidos durante o congresso e também participou da cerimônia de investidura.

“Quando a gente faz congressos regionais, a gente tem a possibilidade de ter um trabalho mais unificado, o entendimento do que se quer passar fica mais claro e você tem possibilidade de unir forças. Embora você possa ter um maior número de trabalho, de pessoas, você está dividindo as forças e os dons já começam a ser percebidos aqui neste momento. Você acaba promovendo um projeto, mas também vai promovendo unidade, relacionamento”, analisa Denise.

Além de superar as expectativas, para Regilene Lago, que saiu de Mamborê com o grupo de mulheres da igreja do bairro Boa Esperança, o programa também foi importante como orientação. “Foi muito além do que eu imaginava. Foi muito útil principalmente para algumas mulheres do que vieram comigo e que ainda não sabiam muito bem como funcionava o projeto Mel. Elas saíram maravilhadas. A gente vai se organizar para fazer entregas de folhetos e outras coisas (sempre usando o lenço) e também dar um foco especial no projeto do chá entre amigas”, explica.

Para Lilian Barros, o programa teve um papel especial na sua vida espiritual, o que deve ser um impulso para um desenvolvimento ainda maior da comunhão. “Valeu muito a pena, pois com certeza eu saio daqui transformada e acredito que foi [um evento] muito abençoado. O Espírito Santo foi derramado nesse lugar. O que eu levo daqui é que nós precisamos realmente ser discipulas de Deus, tendo comunhão com Ele para aí assim passarmos isso para frente. Isso não é obra nossa, mas é do Espírito. Primeiro tenho que buscar a Deus e a partir da ajuda dEle, passar para outras pessoas”, declara a líder do Ministério da Mulher da igreja adventista de Janiópolis, Mamborê.

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