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Bairro Pacaembú, em Valparaíso de Goiás, receberá templo Adventista

Bairro foi impactado com livros Esperança Viva.

17 de maio de 2016

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Moradores dividiram seus problemas com a equipe de voluntários. [André Azevedo]

Valparaíso de Goiás, GO… [ASN] Neste sábado, 14 de maio, o Bairro Pacaembú em Valparaíso de Goiás, GO, foi impactado pela equipe da sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Planalto Central e por membros das igrejas locais. Cerca de 240 pessoas estiveram envolvidas na distribuição de 3.500 livros Esperança Viva de Ivan Saraiva.

O local foi escolhido pois o objetivo é implantar uma congregação no bairro que ainda não possui presença adventista. Um pequeno salão abrigará um centro de influência que atenda alguma necessidade básica da comunidade carente enquanto o templo não fica pronto. “Temos três famílias adventistas na região, dez já receberam estudos bíblicos, porém não têm onde frequentar, por isso a urgência”, explica o pastor Marcelo Dadamo, diretor de Evangelismo e Missão Global no Planalto Central. O objetivo é que a igreja seja erguida também com doações dos funcionários da sede administrativa.

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Local para centro de influência já foi escolhido.

Durante as visitas nas casas, foi realizada uma pesquisa de interesse. A secretaria Elisandra Gomes conta que ao serem abordadas, muitas pessoas inicialmente eram preconceituosas, principalmente ao serem questionadas se gostariam de receber estudos bíblicos. Porém, após um tempo de conversa, a reação era outra. “Vi isso nitidamente em uma casa, onde a dona não queria o estudo, pois achava que estava bem resolvida com sua religião. Mas explicamos que ela poderia aprender mais sobre a Bíblia sozinha. Ela ficou muito feliz, pois percebeu que não queríamos impor nossas ideias”, explica.

Muitas pessoas acabavam abrindo o coração e contando seus problemas e desafios. “Todos os anos fazemos essa entrega e todos os anos Deus me dá a oportunidade de bater na porta de pessoas diferentes e conhecer a necessidade delas. Saímos para alimentar, mas nós que saímos alimentados”, reconhece a professora Soraya Kassaoka, diretora do Ministério da Criança e do Adolescente na região. [Equipe ASN, Pâmela Meireles]

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