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Crianças vivem dia de detetives em Congresso que destaca a história da Igreja Adventista

16 de novembro de 2015

IMG-20151116-WA0016Aracaju, SE…[ASN] De acordo com o ativista jamaicano, Marcus Garvey, “um povo sem o conhecimento de sua história, origem e cultura é como uma árvore sem raízes.” Conhecer sua história é parte essencial para a construção de um povo e nada melhor, nem mais eficiente do que fazê-lo através das crianças. Este foi o propósito do I Congresso Juvenil realizado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia no estado de Sergipe. O I Congrenil Missão Resgate, como ficou conhecido o evento, teve a participação de cerca de 100 juvenis com idade entre 10 e 14 anos, num dia intenso de aventuras e busca de conhecimentos acerca da história da Igreja e de seus pioneiros.

A cada passo um novo pioneiro do adventismo era descoberto pelos juvenis

A cada passo um novo pioneiro do adventismo era descoberto pelos juvenis

De forma bastante lúdica os participantes do evento mergulharam na história e puderam através de uma gincana baseada na busca de pistas, conhecer a vida e as obras dos pioneiros adventistas, reforçando assim o conhecimento adquirido nas igrejas através do projeto “Eu Conheço a Minha História”. De acordo com Nívia de Carvalho,organizadora do evento, a participação das crianças superou as expectativas. “Os meninos e meninas interagiram muito entre si, buscaram avidamente pelas pistas e vibraram muito a cada nova descoberta. Foi muito bom ver que essas crianças estão aprendendo desde cedo que elas fazem parte da história do povo de Deus tanto quanto os pioneiros adventistas que viveram em meados do século XIX”, destaca Nívia.

Sorriso estampa o rosto do pequeno Nicolas Peterson

Sorriso estampa o rosto do pequeno Nicolas Peterson

Nicolas Peterson de 10 anos de idade, morador da cidade de São Cristóvão na região da Grande Aracaju, foi um dos participantes do Congrenil. De acordo com sua mãe, a senhora Silvanete Batista era visível a alegria do pequeno ao chegar em casa depois do evento. “Meu filho chegou em casa vibrando, mostrando a camisa, a bolsa, falando sobre a programação, como tudo tinha sido bom. Estava tão eufórico e satisfeito ao ponto de não querer tirar a pulseira que indicava o grupo que ele fez parte. Eu fiquei tão feliz quanto ele por contribuir com o crescimento de meu filho”, afirma Silvanete emocionada. [Equipe ASN, Rogério César]

 

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