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Agência humanitária adventista é destaque na Superinteressante

Revista ressalta trabalho da ADRA com refugiados e demais projetos sociais

9 de novembro de 2016
Capa da edição especial da revista conhecida por tratar de assuntos científicos. Foto: Reprodução da capa produzida pela Editora Abril

Capa da edição especial da revista conhecida por tratar de assuntos científicos (Foto: Reprodução / Editora Abril)

Brasília, DF … [ASN] A edição especial da revista Superinteressante do mês de novembro tem como tema Brasil Evangélico, destacando o passado, o presente e as obras das igrejas evangélicas, que aumentam a presença no País. O interesse pelo assunto veio com intuito de compreender melhor o movimento evangélico, que tem se expandido em ritmo acelerado no Brasil. Entre as denominações citadas está a Igreja Adventista do Sétimo dia, que foi destaque pelo trabalho realizado em alívio ao sofrimento de pessoas deslocadas no mundo todo devido aos conflitos armados. Os adventistas foram um dos poucos citados na publicação por conta de projetos sociais que desenvolvem, especialmente por meio da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA).

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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 42,2 milhões de evangélicos no Brasil. Entre 1980 e 2010, o percentual de pessoas que declararam fazer parte desse segmento do cristianismo subiu de 6,6% para 22,%. Uma pesquisa do Datafolha mostrou que o índice já havia crescido para 28% em 2013.

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Reportagem abordou, ainda, um pouco da história do adventismo no mundo e no Brasil

A reportagem da Superinteressante mostrou o trabalho ADRA no País e em outras regiões do mundo. Atualmente, a agência mantêm escritórios permanentes e projetos humanitários em nações como a Síria, o Líbano e o Iêmen. Conforme Kurt Schwandt, diretor financeiro da ADRA no Iêmen, disse à reportagem, “isso demanda apoio humanitário: É preciso proporcionar abrigo, água, alimentação e remédio para essa gente”. Só no país árabe, estima-se que mais de 21 milhões de pessoas (cerca de 82% da população) necessitem de algum tipo de assistência cotidiana como consequência da guerra.

Além da abordagem relacionada aos refugiados, a revista também destacou o trabalho realizado no Brasil com a realização de projetos de longo prazo e iniciativas emergenciais, como o atendimento às vitimas da catástrofe que ocorreu em Mariana, em Minas Gerais, principalmente após a crise da falta de água potável devido ao rompimento da barragem da Samarco.

Foi ressaltado ainda que o trabalho regular da agência ocorre, sobretudo, nos projetos permanentes realizados em 12 Estados em parceria com administrações regionais. Toda a ajuda prestada é realizada sem qualquer distinção política, racial, religiosa, de idade, sexo ou de etnia, sendo oferecida de maneira humana e sem discriminação. [Equipe ASN, Jéssica Fontella]

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