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Ações sociais e música marcam o Impacto Esperança no ES

2 de junho de 2014
Ação social em São Mateus, norte do Estado

Ação social em São Mateus, norte do Estado

Neste sábado (31), várias ações marcaram o Impacto Esperança no Espírito Santo. Foram distribuídos mais de 200 mil livros “ A Única Esperança”, por cerca de 272 igrejas. Além da entrega, ações sociais foram desenvolvidas simultaneamente. Nos principais pontos de Vitória, capital do Estado, a unidade móvel da Rádio Novo Tempo seguia com flashes ao vivo.

No  Hemocentro de Vitória, mais de 100 pessoas compareceram para levar a literatura e doar sangue. Foram mais de 150 livros distribuídos e 30 bolsas coletadas, de 450ml cada. Nessa ação, participaram desbravadores, jovens e até crianças.

Já na feira livre de Jardim da Penha, também em Vitória, além de frutas e verduras, os moradores levaram esperança no carrinho. Mais de 10 mil livros foram distribuídos a quem passava pelo local. Além da entrega, a presença do Coral de Sinos do Educandário Adventista do Espírito Santo (Edessa) abrilhantou a manhã e atraiu a atenção das pessoas.

Na Praia de Camburi, um dos cartões postais capixabas, a esperança parou o trânsito. Um grupo de jovens entregou mais de 150 livros para os carros que paravam em um semáforo da praia. Com uma faixa, exibiam a frase “ Jesus: A única Esperança”. No mesmo local, banhistas, salva vidas e circulantes receberam a literatura.

Ainda na região metropolitana do Estado, na cidade da Serra, o Impacto circulou ruas e chegou na praia de Jacaraípe, atração turística do município. Banhistas e surfistas receberam o livro e a ação chamou atenção de quem passava pelo local. Cerca de 100 livros foram entregues.

Interior

Em Jaguaré, norte do Espírito Santo, mais de três mil livros foram entregues em ruas, comércio e no trânsito. Uma faixa foi usada para divulgar o projeto para quem passava de carro pelos semáforos. Desbravadores, jovens e membros das igrejas locais se envolveram na ação.

Já em São Mateus, outro município do norte, uma tenda montada pela igreja local prestava serviços de aferição de pressão, enquanto a literatura era distribuída. Foram “impactadas” pessoas que passavam nas ruas, pontos de ônibus e comércio.

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