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Pastori aproxima pastores de Desbravadores

Durante três dias, cerca de 60 pastores estiveram acampados no Catre

Pastores puderam cumprir especialidades e requisitos para o cartão de líder [Fotos: André Azevedo]

Brasília, DF… {ASN} Fazer trilhas à noite, armar barracas e acender fogueiras são atividades comuns para Desbravadores. Mas nos dias 3 a 5 de abril, essa também foi a rotina de pastores da região do Planalto Central. O Catre (Centro Adventista de Treinamento e Recreação) foi o local escolhido para o Pastori, onde cerca de 60 pastores puderam se aproximar do Clube de Desbravadores aprendendo como alcançar as novas gerações.

Diversas atividades práticas foram realizadas

Orientação de bússola, cozinha ao ar livre, nós e amarras foram algumas das especialidades cumpridas durante o acampamento. Segundo o pastor Hofni Gomes, diretor de Desbravadores e Aventureiros no DF e entorno, o objetivo é que os pastores estejam mais preparados para participar e atender os clubes.

Há 11 anos exercendo o ministério pastoral, não é a primeira vez que o pastor Geovane Xavier participa de um Pastori. Quando adolescente, também participou do Clube de Desbravadores e conta que, eventos como esse, o fazem relembrar essa época. “Devido às atividades, a gente acaba não tendo tanto tempo para um departamento só, e o Pastori resgata isso aproximando aqueles que já tem um vínculo com o Clube”, diz.

O pastor André Pereira diz que o Clube de Desbravadores foi a principal influência para que ele tomasse a decisão de cursar Teologia, por isso tem um carinho especial por esse ministério. Para ele, o Pastori o despertou para se aproximar da nova geração. “Voltei muito animado. Já sentei com algumas pessoas da liderança para planejar um Anciori, com os anciãos das igrejas, para focarmos mais nos jovens”, revela.

Um dos objetivos do Pastori é aproximar pastores das novas gerações

Os Desbravadores também fizeram a diferença na vida de Marcelio Lima. Quando adolescente, o pastor frequentava outra denominação até conhecer a Igreja Adventista do Sétimo Dia através do Clube. Mas participar do Pastori fez com que ele tivesse um conhecimento mais profundo sobre o porquê desse ministério. “A gente entendeu toda a filosofia que há por trás e os objetivos que devem ser buscados no Clube”, conta. O verdadeiro discipulado também foi uma das lições aprendidas durante esses dias. “Os meninos querem um pastor que esteja presente com eles, que ponha o pé na lama com eles. E, às vezes, só o fato de fazer isso já é uma mensagem muito mais ponderosa do que qualquer outro tipo de sermão que a gente possa fazer”, ressalta.

Também houveram momentos para atividades teóricas

Enoque Félix é pastor há 23 anos. Quando adolescente, não passou pela experiência de ser Desbravador. Por esse motivo, participar de um Pastori foi uma experiência significativa. “É um aprendizado de coisas que não são vivenciadas dentro do ministério pastoral como ordem unida, algumas especialidades. É importante o pastor saber isso para que, quando estiver no Clube, possa falar a mesma língua e ser mais útil às crianças. Pude vivenciar aquilo que eles vivem diariamente nas suas reuniões. O Pastori é um projeto que deveria ser continuamente realizado”, sugere. O pastor Miquéas Gomes concorda que esse tipo de programa já deveria ter acontecido há muito tempo. “Dizer especificamente o que eu mais gostei é difícil, pois, tudo ali era necessário que acontecesse”, diz. [Equipe ASN, Pâmela Meireles]

 

Confira alguns momentos do Pastori:

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