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Líderes ouvem a opinião dos adolescentes sobre a Igreja

Coordenadores e professores do Ministério do Adolescente ouviram o que seus alunos têm a dizer sobre o que pensam a respeito da religião que pregam

14 de março de 2017

Moura Neto, locutor da Rádio Novo Tempo de Maringá, entrevista adolescentes

Maringá, PR… [ASN] A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância das novas gerações e por isso valoriza as crianças e adolescentes ao desenvolver projetos que incluem os menores de 16 anos nas suas atividades. Quem tem contato direto com esses públicos são os voluntários e voluntárias que estão à frente dos ministérios da Criança e do Adolescente nas igrejas e grupos locais. Eles recebem apoio e treinamento constante, pelo menos a cada três meses, a fim de fortalecer os departamentos e, como fruto de todo o trabalho, promover o desenvolvimento da vida espiritual de seus alunos.

Nos dias 4 e 11 de março, os líderes que atuam nesses ministérios na região norte do Paraná participaram de reuniões nas cidades de Londrina e Maringá. O diferencial para quem lida com os adolescentes foi uma dinâmica em que os meninos e meninas foram entrevistados e tiveram a oportunidade de dizer tudo o que pensam.

“Foi muito produtivo, pois esse momento fez com que os professores refletissem sobre o que pensam nossos adolescentes e o que eles precisam”, afirma a responsável pelo Ministério do Adolescente no norte do paraná, Monie Braga.

“Pessoalmente, foi interessante poder expor meus pensamentos para que os líderes possam enxergar o que precisa ser mudado”, opina Renan Lemes, de 15 anos.

Para Jheferson Goes Dupin, de 18 anos, o “momento serviu para mostrar a visão que o adolescente tem do mundo e através disso mostrar que a concorrência contra a igreja é muito grande”. “Com essas informações, eles poderão trabalhar melhor com os adolescentes”, conclui.

Se por um lado os coordenadores e professores ouviram o que os adolescentes têm a dizer, por outro, os jovens puderam ver a dedicação e o compromisso dos responsáveis por eles. “Ouvir toda a voz da experiência lá foi incrível. A gente fica maravilhado de ver como o pessoal trabalha. A gente até imagina, mas não sabe o quanto o professor, o coordenador e a equipe da associação ‘ralam’ para fazer as programações. Foi muito bom, aprendi muito”, avalia Kathlyn Alves, de 18 anos, que está se tornando uma coordenadora. [Equipe ASN, Gustavo Cidral]

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