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Maior “cidade de barracas” do País começa a surgir em Barretos

Local terá participantes de oito países da América do Sul

5 de janeiro de 2014
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Para preparar acampamento, argentinos chegaram a Barretos no final de 2013

Barretos, SP… [ASN] O IV Campori Sul-Americano de Desbravadores só começa dentro de dois dias, mas no Parque do Peão, em Barretos, no interior paulista, local onde será realizado o mega acampamento, já é possível ver uma “cidade de barracas” sendo montada.

E pra isso, representantes dos oito países participantes chegam ao local com antecedência. Por toda parte, tem gente cuidando das estruturas, montando acampamento e os portais de entrada de cada uma das 16 sub-regiões de camping que reúnem, até o dia 12 de janeiro, 35 mil participantes.

Um grupo de voluntários da Argentina chegou antes mesmo de 2013 acabar. Desde o dia 29 de dezembro, 25 pessoas se encontram em Barretos com o objetivo de deixar tudo pronto para a chegada dos 70 clubes do país que participam do evento. “Nossos meninos chegam nessa segunda-feira, na véspera do Campori. Eles estão vindo em 80 ônibus, de diversas regiões da Argentina. Chegamos tão cedo assim porque queríamos montar portais bem diferentes. Usamos estruturas de madeira com cordas, que dão um visual bonito. Além de um portal para o país, cada uma das regiões também tem um pórtico menor”, conta Roque Roselot, responsável por 11 clubes da região noroeste da Argentina.

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Desbravadores de Sumaré estão empolgados com Campori

Mas além de equipes de apoio, também já tem clubes chegando ao local. Depois de cinco horas de viagem, o clube Dynames, da cidade de Sumaré, no interior de São Paulo, chegou ao Parque do Peão neste domingo, 5 de janeiro, com o nascer do sol. O estudante Douglas Souza, de 14 anos, participa pela primeira vez de um Campori e a expectativa é grande. “Estou muito empolgado! Quero conhecer gente nova, me divertir muito e desenvolver meus lados físico, mental e espiritual”, compartilha. Para Aline Reis, de 24 anos, uma das conselheiras do clube, vir para o evento é uma realização. “Em 2005, quase fui para a terceira edição do Campori, em Santa Helena, no Paraná. Mas, infelizmente, não consegui. Hoje venho como líder, e saber que o nosso clube vai ter essa experiência, é incrível!”, relata.

Patrocinadores de um sonho

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Líderes doaram dinheiro do próprio bolso para que crianças e adolescentes viessem ao programa

Em Itaquaquecetuba, município próximo à capital paulista, o sonho de participar do Campori Sul-Americano nasceu no coração da liderança do clube. “Temos muitos desbravadores que não fazem ideia do que é isso. Meninos que conquistamos em comunidades pobres e que não teriam condições de participar de um evento como esse”, conta Paulo Luis da Silva, um dos voluntários que chegou três dias antes do clube para deixar a área de acampamento organizada.

Mesmo com as dificuldades financeiras, os “Sentinelas” participam do evento com 32 desbravadores, uma realização para Paulo. “Na nossa região temos 12 clubes e só nós estamos aqui. Para isso, muitos de nós tiramos [dinheiro] do próprio bolso. Estamos dando o sangue por este sonho!”, sublinha. [Equipe ASN, Rebbeca Ricarte]

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