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Igreja celebra o plantio de 500 igrejas e vai em busca de mais 500

29 de julho de 2015

IMG_2030Lençóis, BA …[ASN] O desejo de elevar a Igreja a uma condição capaz de promover mais comunhão, mais relacionamento e mais missão entre os fiéis, bem como dos fiéis para a comunidade. Esse foi o contexto desafiador que reuniu líderes da Igreja Adventista da Bahia e de Sergipe, no Concílio de Administradores e Departamentais, que está sendo realizado em Lençóis, BA, a 414 km de Salvador, para planejar a agenda administrativa e eclesiástica para 2016. O concílio, que acontece anualmente, teve ainda uma motivação especial: a celebração do Santuário 500, um marco na campanha Santuários de Esperança, que tornou oficial o plantio de 500 novas congregações na Bahia e em Sergipe. O Santuário 500 foi inaugurado em Lençóis, uma cidade onde o adventismo ainda tem pouca inserção. A meta dos Santuários de Esperança é plantar mil igrejas até 2017.

Esta campanha de plantio de igrejas responde a um dos desafios da agenda missionária da Igreja Adventista. É a principal contribuição da União Leste Brasileira, sede adventista para Bahia e Sergipe, na campanha CRM, como é conhecida a ênfase na comunhão, relacionamento e missão. O lema do concílio, “Eu Quero + 500”, soou como a marcha de fiéis cujo território não se atém durante muito tempo às conquistas do passado, mas está sempre antenado nos desafios do futuro. A palavra de ordem é plantar 500 igrejas e responder de modo satisfatório a esse desafio de expansão.

Contudo, ainda que a campanha Santuários de Esperança ocupe o topo das prioridades da Igreja nesses dois estados, ela não é a única prioridade, nem a missão a única bandeira a se destacar. Os adventistas estão atentos para os esforços nas áreas de comunhão e relacionamento. Na comunhão, o desafio é levar a Igreja a viver com mais devoção ao Senhor. Projetos como 10 Dias de Oração e Jejum, seminários de enriquecimento espiritual e estudo da lição da Escola Sabatina fazem parte desta rotina espiritual.

Na área do relacionamento, o fortalecimento dos pequenos grupos é uma necessidade compartilhada por todas as instituições administrativas da Igreja. A meta é levar os fiéis a entenderem o pequeno grupo como um espaço ideal para o fortalecimento da vida em comunidade. A ideia do PGP, Pequenos Grupos de Pastores, é uma maneira de levar os líderes pastorais a entenderem o propósito do pequeno grupo. “Queremos mais da igreja. Queremos mais comunhão, mais relacionamento e mais missão. Queremos plantar mais igrejas. Agora chegou o momento de tomar uma posição pelo desejo de fazer mais, porque queremos mais Cristo”, disse o pastor Geovani Queiroz. (Equipe ASN, Heron Santana)

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