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Festival de Música Adventista reúne mais de 600 pessoas em Porto Alegre

Evento foi marcado com a presença de bandas, orquestras e corais que reafirmaram o poder da música como ferramenta de evangelização


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Músicos e cantores pousam para foto no final do Femusa 2025 realizado no último dia 30 de Agosto. (Foto: Silas Hunter)

No último sábado, 30 de agosto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) Central de Porto Alegre foi palco do Festival de Música Adventista (Femusa). Onze atrações, incluindo corais, bandas e orquestras de vários distritos do território da Associação Sul do Rio Grande do Sul (ASRS), participaram da tarde de louvor e adoração a Deus. Mais de 600 pessoas, que compartilham entre si a paixão pela música, marcaram presença no festival.

O pastor Alex Florenço, departamental do Ministério da Música da ASRS, disse ter ficado feliz com todas as apresentações do Femusa, pela autenticidade e originalidade de cada uma. “Percebi claramente que houve uma evolução técnica, mas também um acréscimo no número de coristas e corais se apresentando nesta edição. Destaco, portanto, esse crescimento e amadurecimento da compreensão do poder da música adventista e o seu papel missional", afirmou.

Durante a mensagem ministrada aos músicos e ao público presente, o pastor Alex explicou que, para que a música cumpra sua função dentro do processo de evangelização, é necessário que ela esteja alicerçada na palavra de Deus. “Se a música não estiver fundamentada na palavra de Deus e focada na missão, a apresentação tende a ser apenas uma encenação vazia em si mesma. A música adventista precisa estar baseada na palavra de Deus, levando as pessoas a Jesus", pontuou.

O secretário-executivo da ASRS, pastor Rodrigo Paixão, elogiou a organização do evento e destacou a presença do público que esteve presente para prestigiar as apresentações. O líder citou a participação do coral infantil como ponto positivo, uma vez que a igreja tem trabalhado para preparar as novas gerações. “A música continua sendo um excelente instrumento de salvação que, se bem utilizado, pode imprimir doutrinas bíblicas e o próprio Jesus nas mentes das pessoas", refletiu.

Veja também:

Coral Jovem de Pelotas durante a apresentação da música "Seu Amor não Muda" no Femusa. (Foto: Silas Hunter)

Paixão pela música

Com apenas 14 anos de idade, Pedro Gabriel, membro do distrito de São José do Norte, começou a fazer aulas de Trompete quando tinha apenas 11 anos. Ele conta que a motivação veio da banda do Clube de Desbravadores. Dois anos mais tarde, migrou para o violino e seu amor pela música só aumentou. “Considero a música uma das principais coisas que eu gosto de fazer na minha vida. Ela acaba ajudando de diversas formas, tanto a pessoa que toca quanto a pessoa que escuta. Para mim, a música acaba sendo umas das principais formas de adoração a Deus", relatou.

Para Pedro, a experiência de participar do Femusa 2025 superou a de 2024. O adolescente elogiou as apresentações e exaltou a importância da música para a salvação de outras pessoas. “A música é uma forma de adoração, que acaba comovendo muito as pessoas. Já ouvi falar de pessoas que tiveram o primeiro contato com Deus ao escutar uma música, e isso acabou marcando muito elas. Por isso, eu acho que a música pode e deve ser usada para mostrar a mensagem de Jesus a outras pessoas", expressou.

Já a jovem Emilly Ashley revelou que começou a cantar aos dez anos de idade. Logo em seguida, ingressou no coral de crianças, e mais tarde passou a fazer parte do Coral Jovem de Pelotas. Emilly conta que a música tem papel fundamental no seu relacionamento com Deus. “Quando eu entrei pra igreja, o que mais me chamou a atenção foi o louvor e a sensação de estar em casa ao escutar belos louvores. Esse é um momento incrível que nos aproxima de Deus de maneira única", ponderou.

Pedro Gabriel toca violino durante a apresentação da Banda Maranata do distrito de São José do Norte. (Foto: Silas Hunter)

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FEMUSA ASRS 2025-004