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Festival de Liberdade Religiosa comemora conquistas

Centro Universitário Adventista sediará Festival Sul de Liberdade Religiosa no próximo dia 31 de maio

29 de maio de 2014
Liberdade_Religiosa

Brasil é um dos países com menores índices de restrições religiosas entre as 25 nações mais populosas do mundo

São Paulo, SP… [ASN] A Igreja Adventista do Sétimo Dia na região Sul de São Paulo (Associação Paulista Sul) promove no dia 31 de maio, às 15h, no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), o Festival Sul de Liberdade Religiosa. O evento será realizado no campus na zona sul da capital paulistana e terá a participação do Dr. César Cury, diretor do Museu do Holocausto, Drª Damaris Moura, presidente da Comissão de Liberdade Religiosa e Cidadania da OAB/ SP, professor Samuel Luz, presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania – ABLIRC, entre outros convidados.

Segundo informações da Religious Freedom & Business Foundation, o Brasil é um dos países com menor índice de restrições religiosas entre as 25 nações mais populosas do mundo. A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de intolerância contra os mais variados credos religiosos existentes no país. O governo instituído não pode impor nem discriminar a religião dos cidadãos.

Em São Paulo a Assembleia Legislativa instituiu a Semana de Liberdade Religiosa e Cidadania a ser comemorada entre os dias 16 a 25 de maio de cada ano. O programa é destinado a promover palestras, mostras, fóruns, exposições e eventos relacionados ao tema a fim de sensibilizar a sociedade sobre a importância da liberdade religiosa para todas as pessoas em todos os lugares.

Dignidade humana

A advogada Damaris Moura comenta que a liberdade religiosa assegura a todos os religiosos, indistintamente, o direito de escolher, manifestar, professar, divulgar e organizar-se em torno de uma crença. “Assegurar isto é assegurar a garantia fundamental de dignidade humana”, complementa Damaris.

Carlos Pollheim, líder adventista de Liberdade Religiosa para a região Sul de São Paulo comenta que o estabelecimento dessa lei mantém viva a luz da livre expressão. “Ao povo cabe o papel de valer-se deste direito e lutar para que esta conquista seja igual para todos pois, se todos tiverem liberdade eu também terei liberdade”, conclui Pollheim. [Equipe ASN, Nelton César]

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