Escritório da ARF promove treinamento sobre segurança de dados com foco em proteção e conscientização digital
Capacitação reuniu colaboradores da sede administrativa em Itaboraí e reforçou boas práticas de segurança da informação no ambiente institucional

Com o avanço das ameaças digitais e a crescente dependência de sistemas que lidam com informações sensíveis, a sede da Associação Rio Fluminense (ARF), localizada em Itaboraí (RJ), deu início a uma série de treinamentos com foco na segurança da informação. A primeira ação foi realizada na manhã do dia 25 de junho e reuniu colaboradores administrativos para uma roda de conversa conduzida pelo setor de Tecnologia da Informação.
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O encontro foi liderado por Willy Nunes, diretor de TI da ARF, com participação de Lohann Pelegrino, profissional do mesmo departamento, que apresentou dicas práticas para proteção digital. Entre os temas abordados estiveram a criação de senhas mais seguras, a importância do uso de cofres de senhas e autenticação multifator, além dos principais métodos de ataque cibernético e formas de se proteger de golpes digitais, como os comuns em plataformas como Instagram, OLX, WhatsApp e até mesmo bancos.
“A conversa foi motivada pela crescente importância da segurança de dados no cenário atual. Essa iniciativa marca o início de um movimento que pretende capacitar nossos colaboradores para agirem com mais agilidade e segurança diante de qualquer ameaça, seja ela interna ou externa”, explica Willy Nunes.
A ideia, segundo o líder de TI, é promover quatro encontros ao longo do ano, sempre com temas estratégicos que estimulem a conscientização e a prevenção de riscos digitais no ambiente organizacional. “Ao investir na formação da equipe, mostramos que proteger dados é uma prioridade estratégica e alinhada aos nossos valores institucionais”, reforça.


Lohann Pelegrino, responsável pela exposição técnica do conteúdo, alertou para a vulnerabilidade causada por senhas fracas e destacou a importância da gestão correta de dados no contexto eclesiástico: “Um dos maiores riscos que possuímos hoje é perdermos o acesso aos nossos próprios dados, que são tão importantes para as nossas escolas, lojas e igrejas”.
Para os participantes, o treinamento representou uma oportunidade de atualização e prevenção. Eduardo da Silva Costa, tesoureiro assistente das igrejas, avalia que o conteúdo foi relevante e prático: “A minha percepção sobre o tema foi ampliada, pois com o passar do tempo surgem novas formas de crime cibernético. Me chamou atenção, por exemplo, a diferença que faz a quantidade de caracteres na hora de gerar uma senha. A dica do cofre de senhas foi excelente”, afirmou.
A sede da ARF pretende seguir com novas ações voltadas à formação digital, integrando os demais departamentos e fortalecendo a cultura da cibersegurança como parte do dia a dia das instituições adventistas.