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Equipe de apoio prepara infraestrutura do IV Campori desde setembro de 2013

Conheça a história de desbravadores que passaram o Réveillon no local do evento.

7 de janeiro de 2014
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Tio Luiz está no Parque do Peão desde setembro do ano passado. “E dinheiro nenhum pode pagar o sorriso de uma criança.”

Barretos, SP… [ASN] Apesar de ser considerado quase um idoso, aos 63 anos o aposentado Luiz Ferreira esbanja jovialidade e vigor quando o assunto é desbravadores. Convidado para compor a equipe de apoio do IV Campori Sul-Americano de Desbravadores, ele está no local do evento, Parque do Peão, em Barretos, desde o dia 24 de setembro de 2013 a fim de preparar a infraestrutura para mais de 35 mil pessoas.

Muito antes, em julho de 2012, quando aconteceu VI Campori da União Central Brasileira (UCB), região administrativa da Igreja Adventista no Estado de São Paulo, o “tio Luiz”, como é carinhosamente conhecido, fazia parte da equipe de apoio e foi chamado para desempenhar a mesma função no evento deste ano. Um pouco espantado com o convite, já que ele teria que deixar a família por tanto tempo, aceitou e desde daquela época já começava a sonhar com o projeto a ser desenvolvido.

“Junto comigo, chegou aqui em Barretos um grupo de 22 pessoas para servir na infraestrutura. Confesso que não foi fácil deixar minha esposa por tanto tempo, só ir para casa uma vez por mês e passar o Ano Novo aqui, mas tudo é muito gratificante quando fazemos por amor aquilo que achamos relevante. Nesse tempo que fiquei por aqui tive um contato melhor com Deus, pude perceber que ainda tenho forças para ajudar nessa missão, além de fortalecer a amizade com meu grupo”, revela o aposentado.

Durante esses três meses e 12 dias, tio Luiz e sua equipe prepararam a infraestrutura de energia, sanitarismo, esgoto e calçamento para os meninos e meninas que vão acampar por aqui entre os dias 7 e 12 de janeiro. Com seu carro, ele vai de um extremo ao outro do Parque para deixar a melhor estrutura para os clubes.

“Basicamente a gente fazia o culto matinal, tomava o desjejum, começa os trabalhos e só terminava à noite. Gosto muito do que faço e desde cedo ensinei minha família a também amar esse ministério. Por isso, a mulher e os filhos exercem cargos no Clube”, ressalta o aposentado, que já é desbravador há 30 anos. “E dinheiro nenhum pode pagar o sorriso de uma criança e saber que sou visto como exemplo para muitos meninos, saber que eles estão ocupando a mente com o que é proveitoso e duradouro.”

Réveillon entre amigos

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José abriu mão do Ano Novo com a família para ajudar a preparar o portal de seu clube

Outro voluntário que trocou as festividades de final de ano em família para ajudar a montar o portal do clube Luzeiros do Vale, ao qual pertence, é o comerciante Paulo José, de 20 anos, que mora em Jacareí, São Paulo. Ele está no Parque do Peão desde o dia 26 de dezembro de 2013 e passou a virada de ano com mais 12 amigos que formaram a equipe de apoio da agremiação local.

“Quando fiquei sabendo que o Campori de Barretos seria no início de janeiro, fui logo avisando meus pais que meu Ano Novo seria no local do evento, e posso confessar que foi um das melhores festividades que passei”, conta José. “Quando chegou próximo do pôr do sol do dia 31, fui tomar banho para fazer o culto de Ano Novo com meus amigos e logo depois tive uma surpresa: nossa cozinheira preparou uma ceia deliciosa, depois nos confraternizamos e ainda no final da noite ainda deu até pra ver uma queima de fogos”, diz.

Paulo enfatiza que o amor aos desbravadores e o senso de missão em ajudar nos trabalhos voluntários fez ele não se sentir incomodado em saber que enquanto muitos estão descansando nas férias, ele emprega o tempo em montar barracas, separa madeiras, monta suportes de cozinha, entre outras atividades rústicas. [Equipe ASN, Mairon Hothon]

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