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Encontro fortalece o preparo de coordenadores do Serviço Voluntário Adventista na América do Sul

Durante a programação, os participantes viveram uma experiência prática de Missão no Amazonas e refletiram sobre o papel do voluntariado adventista em diferentes contextos


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Pessoas dentro do rio onde ocorreu o batismo que alguns moradores da região devido ao Serviço Voluntário Adventista.
Como resultado das atividades missionárias feitas durante os dias do encontro, uma pessoa decidiu entregar a vida a Cristo por meio do batismo. (Foto: Serviço Voluntário Adventista)

Com o propósito de fortalecer o preparo de líderes e ampliar a visão missionária do voluntariado adventista, foi realizado o II Encontro Sul-Americano de Coordenadores do Serviço Voluntário Adventista (SVA) de 24 a 28 de maio. A iniciativa procurou capacitar, alinhar e motivar aqueles que acompanham os voluntários que servem dentro e fora do continente.

O encontro realizado na comunidade ribeirinha Lindo Amanhecer, no Amazonas (Brasil), reuniu coordenadores das 16 Uniões que fazem parte da Divisão Sul-Americana, sede administrativa que coordena o serviço da igreja adventista em oito países da região. Nessa estrutura, as Uniões acompanham igrejas, instituições e projetos missionários em seus respectivos territórios, e cumprem um papel importante no preparo, organização e envio de voluntários.

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A programação recebeu o nome de Upgrade, uma expressão em inglês que significa “atualização” ou “melhoria”. O Conceito refletiu o propósito de fortalecer as competências dos coordenadores, ampliar sua visão sobre a Missão e oferecer novas ferramentas para o desenvolvimento do voluntariado adventista na América do Sul.

Entre os temas abordados, estiveram as Escolas de Missão, a abertura de novas oportunidades de serviço, acompanhamento integral dos voluntários e o fortalecimento do propósito e influência do coordenador SVA na missão da igreja.

Para o pastor Dieter Bruns, coordenador do Serviço Voluntário Adventista para a América do Sul, que liderou o evento junto com sua equipe, o crescimento do voluntariado não deve ser medido somente pelo número de pessoas enviadas, mas pela qualidade do preparo e do acompanhamento que recebem.

Coordenadores do Serviço Voluntário Adventista reunidos em frente ao barco missionário no Amazonas.
Coordenadores do Serviço Voluntário Adventista para oito países da América do Sul. (Foto: SVA)

“As pessoas que vão ao campo missionário devem fazê-lo de maneira positiva e também retornar dessa mesma forma: felizes e impactadas pela experiência. Por isso, acreditamos que após este encontro com os coordenadores do SVA poderemos dar um verdadeiro ‘UPGRADE’, uma melhoria na qualidade do Serviço Voluntário Adventista dentro e fora da América do Sul”, ressaltou Bruns.

Da sala de aula ao campo missionário

Ao contrário de edições anteriores, este encontro incluiu uma experiência prática de imersão missionária por meio da Missão Salva-vidas, iniciativa coordenada pelo Instituto de Missões Noroeste. Essa proposta permitiu aos participantes sair da sala de aula e conhecer bem de perto os desafios e oportunidades da Missão no contexto amazônico.

Como parte da experiência, os coordenadores serviram na comunidade ribeirinha, colaboraram na construção de uma igreja e realizaram visitas missionárias aos lares. Durante estas atividades, compartilharam momentos de oração, estudo da Bíblia e apoio espiritual com as famílias, fortalecendo o vínculo entre o voluntariado e o serviço direto às comunidades.

Para o pastor Lucas Muñoz, coordenador do SVA para a União Norte Brasileira (UNB), a experiência permitiu unir planejamento, alinhamento e serviço direto no campo missionário. “Me senti muito abençoado compartilhando momentos significativos e visitando a comunidade, sem nos esquecermos do nosso serviço de preparar, acompanhar e enviar nossos voluntários à Missão mundial”, afirmou.

Participantes do encontro durante uma das atividades do Serviço Voluntário Adventista
Participantes do encontro durante uma das atividades missionárias na região amazônica junto com os participantes da Missão Salva-vidas. (Foto: SVA)

A convivência com a comunidade também permitiu que os participantes observassem a realidade da missão na Amazônia, como a distância geográfica, o acesso por rios e as necessidades espirituais e sociais das famílias atendidas. Essa vivência serviu como referência para o acompanhamento de voluntários enviados a contextos diferentes de seus lugares de origem.

Serviço que transforma vidas

Como resultado deste trabalho, um dos momentos marcantes da programação foi a celebração de um batismo na comunidade. A cerimônia fez parte das atividades missionárias feitas durante a imersão e representou um dos frutos espirituais do serviço desenvolvido no lugar.

Durante a pregação de abertura, o pastor Edward Heidinger, secretário executivo da Igreja Adventista para a América do Sul, lembrou que o envio de missionários tem como fundamento o sacrifício de Cristo. “Enviamos missionários porque alguém já foi primeiro e se sacrificou por nós. Cristo morreu na cruz, e esse é o motivo pelo qual também enviamos voluntários para servir e compartilhar esperança”, mencionou.

Além das atividades missionárias, capacitações e reuniões, houve espaço para a troca de experiências entre os participantes, que compartilharam desafios, projetos e boas práticas de seus territórios, com o objetivo de fortalecer a colaboração e gerar novas iniciativas para o crescimento do Serviço Voluntário Adventista.

Para mais informações sobre o Serviço Voluntário Adventista e as oportunidades de voluntariado dentro e fora da América do Sul, visite o Instagram oficial do SVA (@voluntariosdsa) e a plataforma VividFaith.


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