Concílio Ministerial trabalha planejamento 2026 para o Centro-Norte Capixaba
O planejamento foi organizado a partir de quatro prioridades estratégicas: Identidade, Liderança, Novas Gerações e Discipulado

De 8 a 12 de fevereiro, a Associação Espírito Santense realizou, em Guarapari, no Espírito Santo, o Concílio Ministerial 2026. O encontro promoveu momentos de estudo, oração, integração e definição de estratégias para fortalecer o avanço missionário na região.
O encontro reforçou as quatro prioridades estratégicas, são elas: Identidade, Liderança, Novas Gerações e Discipulado. Essas prioridades, alinhadas à Igreja Adventista em toda a América do Sul, ressaltam a compreensão da identidade bíblica e missionária, necessidade de cultivar líderes espiritualmente fortes, fortalecer o envolvimento das gerações mais jovens e promover formação de novos discipuladores.
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Durante o concílio, os pastores foram divididos em grupos para explorarem essas áreas de forma prática. Uma dinâmica incentivou a análise da realidade de cada região e a construção de metas claras e viáveis para o ano. A programação também reservou espaços para leitura da Bíblia e oração.

A administração e as lideranças dos ministérios compartilharam seus projetos, campanhas e eventos previstos. Assim, garantindo que os pastores locais possam se organizar com antecedência e integrar essas atividades em seu planejamento.
Para o presidente da Associação Espírito Santense, pastor Sérgio Alan, o concílio cumpre um papel decisivo ao unir a liderança em torno de objetivos claros e da missão. “O concílio é importante porque ajuda no alinhamento e no engajamento dos pastores. Consequentemente, eles motivarão as igrejas a realizarem os programas gerais da Igreja e a manterem o foco na missão de fazer discípulos durante todo o ano”, afirmou.

Um dos participantes destacou que o concílio reforçou a necessidade de uma igreja relevante no lugar onde está inserida, com identidade clara e cuidado intencional. “O que levo de aprendizado é que o mundo está mudando e a igreja precisa ser relevante onde está. É essencial fortalecer quem somos, cuidar de todas as gerações, capacitá-las para liderar e torná-las ativas no crescimento da igreja por meio de seus talentos, buscando salvar os de fora e preparando um povo para a volta de Jesus”, opinou o pastor Givaldo Araújo.