Comissão diretiva da Igreja Adventista para a região central do RS reforça identidade
Líderes relembraram origens missionárias e trouxeram relatórios das principais atividades promovidas até o momento em 2025

Nesta quarta-feira, 28, administradores, líderes de ministérios e chefes de áreas técnicas da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a região central do RS participaram da Comissão Diretiva Plenária. A ocasião teve como objetivo reforçar a origem missionária da Igreja, fortalecer a unidade e alinhar os propósitos, a partir da apresentação de atividades promovidas pelos departamentos na região central do Estado.
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O pastor e presidente da Igreja, Ilson Geisler, apresentou uma breve introdução, na qual reforçou essas origens a partir da organização da Igreja, do trabalho formal de pastores e da condução da missão — sempre baseada em princípios bíblicos que unem e movem o trabalho de manutenção e pregação das boas novas do amor de Deus.
Em seguida, líderes das áreas que atendem crianças e adolescentes, desbravadores e aventureiros, jovens e universitários, além da área educacional, apresentaram relatórios com um resumo das principais atividades desenvolvidas até o momento neste ano, bem como alguns planos para o segundo semestre. O primeiro bloco esteve focado no envolvimento e manutenção das novas gerações — uma preocupação que passou a ser ainda maior nos últimos anos, não como algo de relevância para o futuro, mas sim, do presente.

O líder da área de Mordomia Cristã, pastor Henrique Gato, conduziu vários momentos de oração entre as apresentações dos relatórios — por exemplo, pelas novas gerações e também pelo alcance ainda maior da obra missionária no território.
No segundo bloco da Comissão Diretiva, o foco esteve nos chamados "novos na fé", aqueles que são recém-chegados à Igreja e precisam de apoio diferenciado e instrução para se manterem e replicarem o aprendizado bíblico em forma de discipulado. Nesse sentido, líderes de algumas outras áreas que lidam diretamente com o evangelismo apresentaram seus relatórios — como, por exemplo, o Ministério da Mulher, o Ministério Pessoal e a área de Publicações.
Além disso, dados e balanços da área financeira da Igreja, sob os mais diversos aspectos, foram apresentados pelo diretor da área, Everson Braga, em um momento de transparência para os participantes.
O pastor e secretário-executivo da Igreja no território, Paulo Aguiar, trouxe informações sobre regulamentos votados recentemente por instâncias maiores — como, por exemplo, a alteração formal de nomenclatura e sigla das três sedes administrativas do Rio Grande do Sul.

Ele também compartilhou detalhes de uma pesquisa feita com pessoas que deixaram o caminho da fé por um período, retornaram e hoje permanecem na Igreja. Foram abordados aspectos importantes, como os fatores que mais influenciaram o afastamento, o que foi determinante para o retorno e como os hábitos religiosos dessas mesmas pessoas se alteraram de forma significativa em relação ao período anterior à saída e posterior ao retorno. Um dos principais objetivos foi compreender o que a Igreja — como liderança e membresia — pode fazer por pessoas que deixaram o caminho.
Durante a Comissão, também foi reforçado um voto feito pela sede mundial da Igreja sobre expansão digital, que orienta e posiciona o trabalho da instituição como uma ferramenta indispensável e essencial para o alcance e suporte de pessoas na internet — mas sem a pretensão de substituir e/ou eliminar o contato presencial do fiel com a congregação e com formas de adoração significativas que a Bíblia traz para a experiência religiosa, como, por exemplo, cerimônias de batismo, santa ceia, lava-pés, entre outras.
