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Comissão da Igreja Adventista no centro do RS apresenta relatórios e estratégias missionárias para 2027

Reunião contou com líderes e pastores em Porto Alegre para avaliar desafios do território, fortalecer ações de discipulado e votar projetos voltados ao crescimento da missão nos próximos anos


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A sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia para o centro do Rio Grande do Sul (ACRS) realizou, no dia 11 de junho, sua Comissão Diretiva Plenária, no auditório da instituição, em Porto Alegre. O encontro reuniu administradores, líderes de departamentos, pastores distritais e representantes da igreja para apresentar relatórios, avaliar desafios do território e votar projetos estratégicos voltados ao fortalecimento da missão nos próximos anos.

A reunião foi conduzida sob o lema de uma igreja “mais consagrada, mais fiel e mais missionária”. A proposta orientou tanto os relatórios administrativos quanto as ações apresentadas para 2026 e 2027, com ênfase em comunhão, discipulado, evangelismo, cuidado das novas gerações, fidelidade cristã, acolhimento e expansão da presença adventista na região central do estado. O conceito de toda a comissão esteve vinculado às quatro prioridades estratégicas da Igreja na América do Sul.

A abertura contou com uma reflexão bíblica conduzida pelo pastor Márcio Moreira, líder da Associação Ministerial, Ministério da Família e o novo Ministério do Homem. A partir de Apocalipse 13, ele abordou a identidade profética adventista, a liberdade de consciência e a importância histórica da separação entre os poderes civil e religioso. A mensagem reforçou o chamado para que a liderança permaneça fiel aos princípios que moldam a missão adventista diante dos desafios espirituais, sociais e culturais do tempo presente.

Perfil demográfico da membresia

Os pastores Ilson Geisler e Paulo Aguiar, presidente e secretário-executivo da ACRS, respectivamente, apresentaram dados estatísticos do território. Atualmente, a região conta com 16.125 membros, o que representa cerca de 10% dos adventistas do Sul do Brasil, área administrativa da União Sul-Brasileira (USB). No Rio Grande do Sul, que tem cerca de 11 milhões de habitantes, há aproximadamente 49 mil membros adventistas, uma proporção de um adventista para cada 291 habitantes.

Dentro desse cenário, o território da ACRS reúne 4,7 milhões de habitantes e abrange 209 municípios, sendo a sede administrativa adventista com o maior número de cidades no Estado. Desse total, 120 municípios ainda não possuem congregações adventistas e somam cerca de 544 mil habitantes, o equivalente a 11,5% da população atendida pela ACRS. Por outro lado, quase 4,2 milhões de pessoas vivem nas outras 89 cidades do território onde já há presença adventista organizada, o que mostra que a igreja está presente nos municípios mais populosos da região, embora ainda tenha o desafio de avançar para localidades sem congregações.

Além da distribuição territorial, o relatório também apresentou um recorte do perfil da membresia da ACRS. Dos 16.125 membros, 6.801 são homens e 9.324 são mulheres, o que representa, respectivamente, 42% e 57% do total. Na distribuição por faixa etária, entre os homens, 12% têm entre 8 e 16 anos, 18% estão entre 17 e 30 anos, 45% têm de 31 a 60 anos e 25% estão acima dos 61 anos. Entre as mulheres, 9% estão na faixa de 8 a 16 anos, 14% entre 17 e 30 anos, 44% de 31 a 60 anos e 33% acima dos 61 anos.

Os dados indicam que a maior concentração de membros, tanto entre homens quanto entre mulheres, está na faixa adulta, entre 31 e 60 anos. Ao mesmo tempo, o relatório chama atenção para a presença expressiva de mulheres acima dos 61 anos, o que revela uma membresia feminina mais numerosa também nas faixas de maior longevidade. Essas informações ajudam a compreender melhor os públicos que compõem a igreja e a pensar estratégias específicas de cuidado, discipulado e envolvimento missionário.

A classificação dos membros por faixa etária também apontou desafios importantes para o acompanhamento pastoral e missionário. Entre crianças e adolescentes, 76% aparecem como frequentes, enquanto 14% são classificados como não frequentes, além de pequenos percentuais em processo de transferência, desaparecidos ou a resgatar. Já entre jovens e jovens adultos, de 17 a 30 anos, a frequência cai para 65%, e esse grupo concentra a maior fatia de membros classificados como a resgatar: 13%. Entre os adultos, a frequência volta a se aproximar de 75%, enquanto entre os membros acima dos 71 anos há menor percentual de pessoas a resgatar.

Segundo a liderança, esses números reforçam a necessidade de atenção especial às novas gerações, especialmente aos jovens e jovens adultos. A leitura dos dados mostra que o desafio não está apenas em batizar, mas em acompanhar, integrar e fortalecer os vínculos espirituais e relacionais de quem já faz parte da igreja, sobretudo em uma fase da vida marcada por decisões profissionais, acadêmicas, familiares e espirituais.

Por fim, o relatório de secretaria apresentou o tempo de batismo dos membros. Entre os adventistas da ACRS, 8% têm menos de um ano de batismo, 24% têm entre um e quatro anos, 18% entre cinco e nove anos, 22% entre dez e dezenove anos, e 26,6% têm mais de 20 anos de caminhada na igreja. O dado revela uma membresia composta tanto por novos conversos quanto por pessoas com longa trajetória de fé, o que amplia o desafio de oferecer acompanhamento adequado para diferentes fases da vida cristã.

Pesquisa sobre novos na fé

Como complemento aos dados de secretaria, o pastor Paulo Aguiar, secretário-executivo da ACRS, apresentou uma pesquisa sobre a vida espiritual de membros com até 12 meses de batismo. O levantamento foi feito por amostragem, a partir de um questionário com mais de 80 perguntas aplicado a adolescentes, jovens e adultos. Ao todo, 288 pessoas responderam inicialmente, e 96 respostas foram validadas para análise.

Entre os pontos positivos, a pesquisa mostrou que as amizades dentro da comunidade, o suporte pastoral e a Escola Sabatina estão entre as principais influências para que os recém-batizados permaneçam firmes na fé. A música da igreja, os professores da Escola Sabatina e a participação em atividades congregacionais também aparecem como elementos relevantes, especialmente no caso dos adolescentes, que demonstram forte conexão com vínculos pessoais e ambientes de convivência.

Por outro lado, os dados acendem alertas importantes para o processo de discipulado. As maiores dificuldades aparecem na formação de hábitos espirituais diários, como estudar a lição da Escola Sabatina, ler a Bíblia e participar da igreja em momentos além do sábado. Entre os jovens, esse desafio é ainda mais evidente: 73% relataram dificuldade para estudar a lição diariamente, e 68% apontaram dificuldade no estudo diário da Bíblia.

A pesquisa reforça que o primeiro ano após o batismo é uma fase decisiva da caminhada cristã. Mais do que integrar novos membros a uma lista, o desafio da igreja é acompanhá-los de perto, fortalecer amizades, envolvê-los em classes e ministérios e ajudá-los a transformar a decisão pelo batismo em uma rotina viva de fé, comunhão e pertencimento.

Crianças, adolescentes e jovens

Essa necessidade de acompanhamento também apareceu no relatório apresentado por Samara Zabel, líder do Ministério da Criança e do Ministério dos Adolescentes da ACRS, agora com foco no discipulado das novas gerações. Ela citou uma pesquisa do Barna Group, organização cristã norte-americana especializada em estudos sobre fé, cultura e ministério, que aponta a infância e a adolescência como fases decisivas para a formação espiritual e o desenvolvimento de futuros líderes. O levantamento também reforça que o discipulado deve começar no lar, percepção compartilhada por 95% dos líderes entrevistados, mas ainda menos evidente entre membros e pais com filhos de 5 a 14 anos.

A partir dessa reflexão, Samara retomou dados da pesquisa sobre novos conversos com foco nos adolescentes recém-batizados. Entre eles, 59,2% relataram dificuldade para estudar diariamente a lição da Escola Sabatina, e 57,7% apontaram o mesmo desafio em relação ao estudo diário da Bíblia. Outros alertas envolvem o consumo de conteúdos não cristãos aos sábados e a dificuldade de guardar o sábado em casa, especialmente entre adolescentes de famílias não adventistas. O conjunto dos dados reforça a proposta do projeto Tudo começa em casa e mostra que o discipulado das novas gerações precisa unir igreja, família, professores e líderes em uma rede mais próxima de cuidado espiritual.

Para responder a esse cenário, foram destacados projetos como Os 300 de Gideão, que envolveu mais de 750 adolescentes e pré-adolescentes em ações de capacitação espiritual, que inclui o oferecimento de estudos bíblicos aos amigos. Além disso, o “Discipulado Infantil Kids”, iniciado no distrito da Floresta, surge como novidade para preparar crianças com objetivo de atuar em funções de liderança e serviço na igreja desde cedo. A proposta é que crianças e adolescentes não sejam vistos apenas como o futuro da igreja, mas como parte ativa da missão no presente.

O Ministério de Desbravadores e Aventureiros (MDA), liderado pelo pastor Marlon Bruno, apresentou um quadro de expansão e consolidação. O território da ACRS conta hoje com 102 clubes ativos para 130 congregações organizadas. O relatório também mostrou desafios: embora o Sistema de Gerenciamento de Clubes (SGC) registre 187 clubes (das duas áreas) registrados, parte deles não prosseguiu e depende de líderes para ser reativada. Como estratégia direta para solucionar essa questão, três cursos de formação de liderança focados em áreas específicas foram implementados, visando capacitar novos obreiros voluntários que assumam a frente dessas unidades.

Entre as iniciativas de formação espiritual, o departamento destacou classes bíblicas gamificadas, como o projeto The Game 2, para desbravadores, e uma jornada histórica sobre a Igreja Adventista na América do Sul, voltada aos aventureiros. Também foi apresentado o avanço do projeto Cavaleiro Fiel, que busca desenvolver hábitos de fidelidade cristã desde a infância. Para 2027, o campo se prepara para levar 1.425 participantes ao Campori Sul-Americano, em Barretos, na edição Ômega, de 12 a 17 de janeiro.

O Ministério Jovem, liderado pelo pastor Wagner Willyam, apresentou resultados expressivos em missão e serviço voluntário. A Missão Calebe registrou cerca de 3.600 inscritos e 106 batismos diretos. A ACRS também enviou o maior grupo do Sul do Brasil para o projeto Um Ano em Missão na Amazônia, além de manter voluntários em países como Honduras e Chile e preparar o envio de um pastor para o Líbano, por meio do Serviço Voluntário Adventista (SVA).

A estratégia jovem tem sido construída sobre três frentes: o resgate do Culto Jovem em todos os distritos, a realização das classes bíblicas e pequenos grupos e, por fim, a recreação e os encontros sociais. As Olimpíadas do Ministério Jovem foram citadas como exemplo de integração e pertencimento, inclusive com relatos de reconexão de jovens afastados. O departamento também destacou o envolvimento de 79 jovens que realizam estudos de teologia online pela Faculdade Adventista Paranaense (FAP) e a força da presença digital, com o maior perfil jovem (@jovens.acrs) da União Sul-Brasileira no Instagram, reunindo 11.300 seguidores.

Educação Adventista e formação integral

Na área educacional, o pastor Anderson Voos apresentou o crescimento da Rede Adventista de Educação no centro do Rio Grande do Sul. Em 2026, a região chegou à marca de 7.621 alunos, um aumento de 7%, com a meta de superar 8 mil estudantes até 2027.

O relatório também destacou o compromisso espiritual da educação adventista, com projetos missionários, presença pastoral nas escolas e ações que aproximam alunos da fé cristã. A permanência de alunos adventistas na rede também foi reforçada por meio de bolsas de estudo financiadas pela Recolta, que beneficiaram 11 estudantes carentes em 2026.

Outro assunto mencionado foram os projetos missionários envolvendo alunos e colaboradores, que incluem mission trips, como a que vai acontecerá no Uruguai neste ano.

Mulheres, acolhimento e famílias ministeriais

Como as mulheres representam a maior parte da membresia adventista no território, o Ministério da Mulher foi apresentado como uma frente estratégica de cuidado, discipulado e missão. Sob liderança de Monie Braga, foram destacados projetos como o Projeto Elas, uma jornada de quatro meses com encontros sobre saúde física, emocional e espiritual, oficinas de culinária e oportunidades para o estudo da Bíblia.

O Projeto Mel também foi apresentado como uma iniciativa missionária em crescimento, com reencontros, investiduras e ações em diversos distritos. Já o Ateliê da Bíblia tem usado metodologias criativas para aproximar mulheres do estudo das Escrituras, com resultados como novos batismos. Outras frentes incluem o Clube do Livro Evangelístico e as Quartas de Poder, reuniões mensais de oração realizadas em quase todos os distritos da associação.

A recepção foi tratada como parte essencial de uma igreja mais acolhedora. O relatório destacou a necessidade de equipes preparadas para receber visitantes, integrar novos membros e transformar o primeiro contato com a igreja em uma experiência de cuidado. Monie Braga reforçou que iniciativas como chás evangelísticos devem manter foco missionário, criando pontes reais para estudos bíblicos com amigas, vizinhas e convidadas.

A Área Feminina da Associação Ministerial (AFAM), liderada por Cristiane Geisler, apresentou o projeto “Minha Identidade e Minha Marca”, voltado ao fortalecimento da identidade em Cristo entre esposas de pastores e anciãos. Um dos destaques foi o Afampori, realizado em março, no Centro Adventista de Treinamento e Recreação (Catre) Campestre, localizado em Santo Antônio da Patrulha, onde esposas de pastores participaram de uma imersão em barracas e receberam capacitação para apoiar clubes de Aventureiros e Desbravadores.

A área também celebrou a participação de mais de 90% das esposas de pastores distritais liderando Pequenos Grupos com o guia “Filhas de Deus”.

Liberdade religiosa e postura institucional

No campo da Liberdade Religiosa, o pastor Anderson Voos reforçou a postura apartidária da Igreja Adventista diante do cenário eleitoral de 2026. A orientação apresentada é que pastores, líderes e instituições adventistas não endossem candidaturas nem permitam o uso de púlpitos, escolas ou estruturas da igreja para campanhas eleitorais.

A diretriz busca proteger a missão espiritual da igreja e preservar a liberdade de consciência dos membros. Mesmo quando candidatos são membros adventistas, a instituição não deve promover nomes, partidos ou interesses eleitorais. O foco, segundo o relatório, deve permanecer na pregação do evangelho e na formação de cidadãos comprometidos com valores bíblicos.

Mordomia, saúde financeira e transformação digital

O pastor Henrique Gato, líder de Mordomia Cristã e Saúde, apresentou iniciativas voltadas ao fortalecimento da fidelidade e da gratidão. Entre elas estão a Festa das Primícias, a implantação de equipes distritais de Mordomia, visitas domiciliares, momentos de alinhamento e estudo, como a Santa Convocação e o Encontro de Novos na Fé, programa que ajuda membros recém-batizados a compreenderem a base espiritual da fidelidade cristã.

Além disso, dados dão conta de uma transformação digital gradativa: 45% das entradas financeiras do território já acontecem por meio do aplicativo 7Me, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. A Igreja Central de Cachoeirinha foi citada como referência, com 84% de adesão à plataforma digital, seguida por Caxias do Sul, com 70%, e Niterói, com 64%.

Evangelismo, Escola Sabatina, Ministério Pessoal e Publicações

O pastor Jefferson Machado, líder de Evangelismo, apresentou ações integradas para ampliar o alcance missionário da ACRS. Um dos principais projetos é o Igreja Mais, voltado à revitalização de congregações médias e grandes, com foco em discipulado, formação de líderes e fortalecimento da vida comunitária. A iniciativa terá intervenções diretas, com acompanhamento de administradores e departamentais por períodos de seis meses.

A ACRS também se destaca no Sul do Brasil com 15 projetos ativos de plantio de novas igrejas. Para os próximos meses, foram anunciadas ações como a Caravana A Voz da Profecia, com o pastor Gilson Brito e o quarteto Arautos do Rei, que passará por cidades como Alegrete, Santa Maria, Santo Ângelo, Ijuí e Lajeado, além do Impacto Metropolitano, envolvendo Porto Alegre, Canoas e Cachoeirinha. Entre janeiro e maio de 2026, o campo registrou 534 batismos, crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

O pastor Evandro Silva, líder do Ministério Pessoal e da Escola Sabatina, apresentou iniciativas ligadas ao estudo da Bíblia e à mobilização dos membros. Um dos destaques foi o projeto Ungidos na Palavra, nova modalidade de classe bíblica com apostilas e vídeos de apelo para auxiliar membros no convite a interessados. A Semana Santa de 2026 também foi lembrada como um marco: 6.369 membros participaram de 225 pontos de pregação, alcançando 2.089 interessados e resultando em 305 batismos diretos.

Evandro também apresentou os resultados da Recolta, que teve a maior arrecadação proporcional do Brasil, com mais de R$ 460 mil. Os recursos são destinados a projetos sociais da Ação Solidária Adventista, à ADRA e ao fundo de bolsas de estudo para alunos carentes da rede educacional adventista. O relatório ainda reforçou o movimento “Eu estudo a minha lição diariamente” e a campanha do projeto Maná, voltados à comunhão pessoal e familiar.

Na área de Publicações, o pastor Ronaldo Araújo destacou a colportagem como uma frente histórica de evangelismo adventista. O projeto Plantar busca recrutar novos colportores e estabelecer a presença da literatura adventista em territórios ainda não alcançados. Também foi anunciado que, para o Impacto Esperança de 17 de outubro, a ACRS terá 110 mil exemplares do livro Contagem regressiva, do pastor Alejandro Bullón. A estratégia é integrar a distribuição ao projeto Recomeçar, usando a literatura como ponte para reencontrar membros afastados e convidá-los ao retorno à comunhão.

Projetos estratégicos para 2027

Entre os projetos apresentados para 2027 está o One Voice 27, iniciativa global da Associação Geral abraçada pela ACRS. O movimento celebrará os 2 mil anos do batismo de Jesus e do início de Seu ministério, com o lema (interno) “Uma voz, missão para todos”. O ponto alto está previsto para setembro de 2027, com foco em mídias sociais, ações evangelísticas e mobilização da igreja para o estudo da Bíblia e o anúncio da volta de Cristo.

A liderança também apresentou a possibilidade de uma grande celebração missionária em Porto Alegre. A ideia é mobilizar a membresia de forma pública e integrada, fortalecendo a presença missionária da igreja no Estado.

Outro projeto estratégico é a distribuição de um box especial com quatro livros clássicos de Ellen White: O Desejado de Todas as Nações, Parábolas de Jesus, O Maior Discurso de Cristo e Caminho a Cristo. A iniciativa busca fortalecer a identidade profética e a comunhão nos lares. A ACRS encomendou 17 mil coleções, com o objetivo de alcançar as famílias do território e também incentivar o uso do material como presente missionário.

Nova igreja em Porto Alegre e encerramento

A plenária também apresentou detalhes sobre a construção da Igreja Adventista do Camar, ligada ao Colégio Adventista Marechal Rondon, em Porto Alegre. Liderado pelo pastor Derli Agostini, o projeto prevê um auditório moderno para 500 pessoas, integrado à escola, com o objetivo de atender estudantes, pais, funcionários e a comunidade.

O encerramento foi conduzido pelo pastor Ilson Geisler, presidente da ACRS, que reforçou o chamado para que a liderança avance pela fé. Ele lembrou que muitas conquistas da igreja no Rio Grande do Sul e no Sul do Brasil nasceram da visão de pioneiros que confiaram na direção de Deus mesmo sem garantias imediatas.

A Comissão Diretiva Plenária foi encerrada com uma oração de consagração, reafirmando o compromisso da ACRS com uma igreja mais consagrada, mais fiel e mais missionária. A mensagem final destacou que os desafios são numerosos, mas a missão continua sendo conduzida por Cristo e sustentada pela fé de uma comunidade chamada a servir, cuidar e anunciar esperança.