Centro da Memória Adventista relembra pioneiros e história de missão
Espaço conta com maquetes em 3D, experiências e conteúdo em três idiomas

Foi aberto neste domingo, 9 de novembro, o Centro da Memória Adventista na sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul. O espaço abriga objetos, vídeos e maquetes que promovem uma experiência sensorial aos visitantes.
Se antes só era possível conhecer prédios históricos por meio das fotos, as miniaturas de prédios e templos criados com ajuda da tecnologia tridimensional permite uma ideia mais realista de como realmente eram as estruturas anos atrás.
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Com exemplares das primeiras igrejas, escolas e hospitais adventistas na América do Sul, caminhar por entre os corredores do espaço se torna uma viagem no tempo. Para o pastor Jorge Rampogna, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do espaço, "fazer um Centro da Memória Adventista faz parte do compromisso que a Igreja tem de contar a nossa história para as novas gerações."
Há também uma série de documentos, equipamentos antigos e uniformes do Clube de Desbravadores usados por pioneiros. Também é possível encontrar objetos que estiveram presentes em camporis, aparelhos usados nas primeiras iniciativas de comunicação da Igreja Adventista.
Isso se alinha com uma das prioridades definidas no Planejamento Estratégico da Igreja Adventista, que é de reforçar a identidade e a história de como surgiu a denominação, seus desafios e, especialmente, a ação de Deus ao longo do tempo. "A ideia é simples: um povo que não tem história e não olha para a história facilmente perde o sentido de futuro, para onde ele vai. É necessário ver a história, como nós fomos formados, que base tivemos, qual foi o sonho lá atrás, para voltar a lembrar qual é o rumo", destaca o pastor Stanley Arco, presidente da Igreja Adventista para oito países sul-americanos.

Todo o acervo é administrado pela Secretaria, que cataloga, armazena e preserva objetos, documentos, fotos e muito mais. E, a cada seis meses, haverá uma nova mostra, com novos objetos. Dessa forma, se alguém visitar o Centro da Memória Adventista por mais de uma vez, poderá ter experiências diferentes.
Contar para que não esqueçam
"Preservar a história para promover a missão" é o que o pastor Edward Heindinger, responsável pela área de Secretaria da Igreja Adventista sul-americana enfatiza. Ao contar a sobre o passado, é importante relembrar que prédios não são apenas construções, mas estruturas que abrigam missionários, membros e pessoas que passam pela porta buscando esperança.
Para o pastor Edson Medeiros, diretor financeiro para oito países da América do Sul, "é essencial que a igreja valorize e invista na preservação de sua história. Conhecer nossas origens é reconhecer a identidade que Deus nos deu e compreender o propósito que nos guia."
Segundo Medeiros, "quando olhamos para o passado, enxergamos o esforço, a fé e o sacrifício dos nossos pioneiros, homens e mulheres que se dedicaram à causa do evangelho com coragem e amor."

O Centro da Memória Adventista estará aberto ao público em breve e fará parte da visitação à Divisão Sul-Americana, em Brasília (DF), que é a sede administrativa da Igreja Adventista para o Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Equador. Todo o conteúdo, incluindo quase uma centena de vídeos, está disponível em português, espanhol e inglês. Estarão disponíveis também na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
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