Igreja Adventista central de Belém celebra 90 anos de legado e missão no Norte do Brasil
Gerações se reuniram para comemorar a história dos pioneiros e reafirmar o compromisso missionário na capital paraense

O templo adventista do sétimo dia central de Belém, referência histórica na Região Norte do Brasil, completou nove décadas de existência. Em virtude de seus 90 anos, a celebração, que ocorreu nos dias 30 e 31 de janeiro de 2026, destacou a trajetória de uma congregação que, há quase um século, compartilha a esperança do evangelho na capital paraense.
Desde sua fundação, o templo assumiu papel estratégico na expansão da mensagem adventista na região. Diante desse legado, a igreja organizou uma programação marcada pela memória, gratidão e pelo reavivamento espiritual. Nesse sentido, ao longo dos dois dias de cerimônia, membros, líderes e descendentes de pioneiros reviveram momentos marcantes da história da igreja. Assim, reconheceram uma trajetória ligada ao avanço da obra adventista no Pará.
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Trajetória de Fé
A história da Igreja Central acompanha a consolidação do adventismo na Região Norte do Brasil. A mensagem de esperança chegou a Belém em 1927. Pouco depois, em 1929, ganhou novo impulso com a chegada do casal missionário Leo e Jessie Halliwell. Juntos, eles fortaleceram a obra médico-missionária na região.

Como resultado do esforço coletivo dos membros e da dedicação à campanha da Recolta, a igreja inaugurou o templo em 31 de janeiro de 1936, há exatos 90 anos. Tornando-se a primeira Igreja Adventista organizada no estado. Desde então, o local passou a servir como base para a expansão administrativa, educacional e da colportagem em toda a Região Norte.
Celebrando 90 anos
A programação festiva foi marcada por uma atmosfera de profunda gratidão. Além disso, a igreja destacou a memória da galeria pastoral e honrou os líderes do passado. O pastor Wellington Almeida, presidente da Igreja Adventista para o Norte do Pará, definiu a trajetória com a palavra "pioneirismo".

Para ele, o templo também representa um importante marco administrativo, pois foi o berço da organização da igreja na região. "Homens e mulheres que dedicaram seu tempo, seu serviço, marcaram uma história, delimitaram o território, definiram o futuro. Olhar hoje para a Igreja Central e ver essas nove décadas de história é reconhecer, sem dúvida, que até aqui o Senhor nos ajudou", destaca o pastor.
Além disso, o olhar da igreja se volta para o futuro. Haroldo Moura, atual pastor da igreja central, enfatizou os próximos passos da congregação. Segundo ele, o templo segue firme rumo ao centenário, mantendo o foco na missão como eixo central de sua caminhada.

"Daqui a pouco essa será uma igreja centenária! Uma igreja que precisa estar pronta, com identidade profética bem assimilada, com reflexos nos relacionamentos e no resgate de sua relevância para a comunidade que nos cerca", afirma Haroldo.
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