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Caravana da Esperança impacta interessados em Ponta Grossa

A juventude precisa se apegar à religião, o que, segundo sua análise, tem livrado muitos das drogas, pontua Monçalves.

16 de agosto de 2011

Caravana da Esperança impacta interessados em Ponta Grossa

Ponta Grossa, PR…[ASN] Era por volta das 8 da manhã quando o empresário Odival Monçalves começou a carregar caixas, amplificadores e diversos equipamentos de som em sua Kombi. No calendário, lia-se 10 de agosto, data em que ele foi contratado para cuidar de todo o áudio de um programa que aconteceria no Clube Verde, no centro de Ponta Grossa, no Paraná. Ao chegar ao local, ele levou cerca de cinco horas para conectar os cabos em seus devidos lugares, verificar se tudo estava funcionando corretamente e pedir a opinião de quem circulava por ali.

Monçalves já está acostumando com essa rotina. Aos 72 anos, ele frequentemente aluga e opera seus equipamentos para variados eventos que ocorrem na cidade, além de ser dono de um estúdio de gravação que produz CDs e comerciais de rádio. “Todos os anos eles me contratam”, explica ao referir-se aos adventistas. Para a passagem da Caravana da Esperança pelo município, as igrejas distribuíram cinco mil convites e estamparam 20 outdoors em pontos estratégicos. “Me disseram que esse auditório vai ficar lotado.”

Caravana da Esperança impacta interessados em Ponta Grossa

E ficou. As cadeiras não foram suficientes para acomodar as mais de 1.500 pessoas que compareceram ao local. No entanto, elas ouviram atentamente as palavras do pastor Luís Gonçalves, que frisou que a porta da salvação, de acordo com a Bíblia, está aberta para cada pessoa, mas que um dia esta será fechada. “Você precisa dar a direção de sua vida a Jesus, e não coloca-lo ao seu lado”, destacou ao fazer uma analogia com a direção de um veículo.

O convite feito por Gonçalves foi aceitou recentemente pelo estudante Marcos Pieckhardt. Seu primeiro contato com a Igreja Adventista se deu por meio do clube de Desbravadores durante um evento realizado no mesmo local, em 2006. Na rua onde morava, dois de seus amigos sempre o convidavam a acompanhar as atividades do clube, mas ele nunca foi a nenhuma reunião.

Decisões inesperadas – Com o passar do tempo, os amigos se mudaram e Marcos esqueceu o episódio. Vindo de uma família com tradição católica, ele queria conhecer mais sobre a Bíblia. Foi então que começou sua busca. Passou por várias igrejas e se envolveu até com magia, e sempre se via diante de dúvidas. Aborrecido, desistiu.

Um dia, ao visitar uma pessoa, Marcos conheceu Ana. Ela lhe falou sobre a Bíblia, mas como estava descrente, não quis ouvi-la. Em outra ocasião, os dois se encontraram e ele recebeu o DVD O grande conflito, apresentado pelo pastor Luís Gonçalves. “Eu assisti e depois comecei a fazer um estudo bíblico com ela”, recorda. “E comecei a ter convicção de que havia encontrado meu lugar.”

Depois de visitar a Igreja Adventista e frequentar as reuniões durante um mês e meio, ele decidiu ser batizado. “Consegui encontrar aquilo que eu buscava”, compartilha. Na noite do dia 10 de agosto, ele e outras quatro pessoas também manifestaram publicamente sua decisão, enquanto mais de 100 escolheram se preparar para o batismo nos próximos meses.

Emocionada, a comerciante Maria das Graças Carneiro, de 61 anos, ouvia a história de Marcos abraçada ao esposo Odival Monçalves, que dividia a atenção entre a mesa de som e o apelo do pastor. Os dois já conheciam o DVD O grande conflito e apreciaram as mensagens contidas na mídia. “Vocês falam ao coração e ensinam a estudar a Bíblia, coisa que minha religião não faz. Vou começar um estudo bíblico na próxima semana”, garante Maria. Ela ainda reflete sobre a situação atual do mundo e diz que a juventude precisa se apegar à religião, o que, segundo sua análise, tem livrado muitos das drogas.

“Eu sou fã de Cristo. Não tem nada maior que Ele”, pontua Monçalves, que sofria de câncer de próstata e foi “milagrosamente curado”. Depois de descoberta a doença, os médicos lhe deram apenas sete anos de vida. “Ele [Deus] me deu a chance de estar vivo para ajudar os outros.” Após o fim do programa, o casal começou a desmontar os equipamentos e carregá-los para a kombi. Com as caixas, cabos e suportes dentro do veículo, o empresário fecha o prédio e, antes de se despedir, comenta: “Foi muito bom ter participado desse evento e ouvido sobre Jesus.” [Equipe ASN, Jefferson Paradello]

 

Fonte: ASN Notícias

 

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