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Avaliação tecnológica coloca União Norte Brasileira no topo da América do Sul

O território registrou índice superior a 95% em quesitos que medem maturidade e segurança da tecnologia da informação nos Campos administrativos.


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Números foram apresentados durante treinamento do programa Fortec na UNB. (Foto: Jedison Costa)

A gestão de tecnologia da informação nas instituições adventistas conta com um sistema estruturado de avaliação chamado Fortec - Fortalecimento Técnico. O programa mede o nível de maturidade tecnológica dos campos administrativos e ajuda a padronizar processos, fortalecer a segurança digital e melhorar a gestão dos recursos de TI.

No início deste mês de março, profissionais de tecnologia dos sete Campos da União Norte Brasileira (UNB) participaram de um treinamento voltado ao fortalecimento da gestão tecnológica. Durante o encontro, as equipes foram reconhecidas pelos resultados obtidos na avaliação anual Fortec. O território registrou índice superior a 95% em todos os Campos, o melhor desempenho entre as Uniões da América do Sul.

Avaliação de maturidade e segurança

As equipes dos sete Campos passam por uma análise baseada em 141 critérios. (Foto: Jedison Costa)

O Fortec funciona como um processo contínuo de avaliação e capacitação. Durante um ano, as equipes passam por uma análise baseada em 141 critérios, que incluem infraestrutura, gestão de equipamentos, controle de acessos, contratos, usuários e políticas de segurança da informação.

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Segundo Fran Xavier, Analista de Segurança do IATEC – Instituto Adventista se Tecnologia e também responsável pelo acompanhamento do processo, o modelo se assemelha a uma auditoria tecnológica.

“O processo de avaliação deles é uma análise de maturidade e segurança. Eles são avaliados durante um ano com 141 itens, como se fosse um processo de auditoria. São avaliados desde infraestrutura até contratos, usuários e acessos”, explica.

De acordo com a analista, esse acompanhamento ajuda a proteger os processos institucionais.

“Quando essa maturidade é alcançada, ela blinda os nossos processos e acessos e também mostra como está a TI em cada campo.”

Aprendizado e troca de experiências

Para os participantes, o treinamento também foi um momento de atualização técnica e troca de experiências entre as equipes.

O analista Sávio Miranda, que trabalha na Associação Sul do Pará (ASPA), destacou o aprendizado na área de segurança da informação.

“A área de segurança é algo que eu sempre quis aprender mais. Para mim foi um divisor de águas, abriu muito a minha mente. A parte sobre configurações de segurança foi algo que realmente me surpreendeu.”

Miranda também ressaltou a importância do reencontro entre os profissionais.

“É muito bom reencontrar a turma e trocar experiências. A gente aprende muito quando compartilha o que vive no dia a dia.”

Tecnologia que sustenta a missão

O encontro também enfatizou o papel da tecnologia na Missão da Igreja. (Foto: Jedison Costa)

Segundo Kedson Sousa, gerente da área de TI na UNB, o resultado do desempenho alcançado demonstra o alto nível de engajamento das equipes locais e o compromisso com a melhoria contínua.

Para a equipe que coordena o Fortec na União os índices acima de 95% nos sete Campos indicam um elevado grau de maturidade nos processos de tecnologia e segurança da informação, consolidando o território como referência em gestão tecnológica na América do Sul.

Já na percepção de Daniel Silva, que atua no setor de Tecnologia e informação na Missão Nordeste Maranhense (MNeM) o treinamento deste ano se destacou por aproximar o conteúdo técnico da realidade das equipes de TI.

“Existe um mundo ideal, com todos os recursos, mas na prática a gente trabalha com o que tem. Foi importante entender o que podemos fazer com os recursos que a igreja nos proporciona”, disse.

Ele também destacou o papel da tecnologia na missão da igreja. “Durante um evento por exemplo, a tendência é as pessoas focarem no palestrante, mas nós estamos entre o palestrante e a mensagem, garantindo que ela chegue às pessoas. A tecnologia ajuda a expandir essa missão. Deus não procura pessoas capacitadas, procura pessoas disponíveis. Quando nos colocamos disponíveis, Ele capacita para que a obra seja bem-feita”, refletiu.