Adolescentes dão o “start” para uma vida com propósito em encontro na ARF
Evento reuniu mais de 300 jovens com música, reflexão, dinâmicas e palestras para fortalecer identidade, espiritualidade e missão

Mais de 300 adolescentes participaram do Adole, um encontro promovido pelo Ministério dos Adolescentes da Associação Rio Fluminense (ARF). Com um formato dinâmico, o programa combinou música, palestras, dinâmicas e momentos de espiritualidade, incentivando os participantes a dar o “start” em sua caminhada com Cristo e no desenvolvimento pessoal.
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A psicóloga Karina Tavares Girotto, palestrante convidada, destacou a importância de abordar temas que impactam diretamente a vida dos adolescentes.
“Falamos sobre bons pensamentos – bons sentimentos e também sobre identidade com autenticidade. A partir dessa compreensão de como funciona a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos, o adolescente pode ter uma melhor gestão da vida emocional e enfrentar com mais propriedade as influências seculares”, explicou.
Para ela, participar do evento foi motivo de esperança: “Me senti esperançosa em ver a ARF se preocupando e preparando eventos importantes como este para as novas gerações”, ressaltou.



Diferentes oportunidades de envolvimento na missão
Entre os destaques, os jovens acompanharam a participação do Coral Jovem do IPAE (Instituto Petropolitano Adventista de Ensino), participaram de uma caça ao tesouro em equipes e receberam o reforço da importância do engajamento nos projetos missionários locais e regionais.
A líder do Ministério dos Adolescentes na ARF, professora Elisângela Rocha, reforçou que o objetivo principal foi aproximar os adolescentes de Cristo de maneira prática e significativa.
“Assim como em um jogo, é preciso dar o ‘start’ para prosseguir. O nosso desejo é que os adolescentes deem esse ‘start’ na vida espiritual. O formato foi pensado para ser dinâmico, com louvor, músicas especiais e bate-papos edificantes. Pela participação e interação de todos, o objetivo foi alcançado”, afirmou.





Experiências
Os próprios adolescentes também compartilharam suas impressões. João Gabriel Escobar de Lima da cidade de Maricá, contou que a experiência foi enriquecedora. “Conversei com amigos, revi pessoas que já conhecia, e o coral foi a parte que achei mais interessante”.
Já Júlia Gonçalves Rocha, da Igreja Central de Itaboraí, destacou a palestra da psicóloga: “Achei muito legal quando ela falou que a gente não tem que cobrar tanto em relação às notas da escola, mas pensar positivo. Isso ajuda muito”.







Trabalho em grupo
O encerramento do evento foi um "caça ao tesouro", que reforçou o raciocínio lógico e o trabalho em equipe. Para os participantes, o Adole foi mais do que um evento: foi uma oportunidade de amizade, reflexão e de fortalecimento da identidade cristã.





