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Ações do Impacto Esperança alcançam população do Planalto Central

Ações no Metrô e Feiras de Saúde foram destaque do Projeto Missionário em 2015


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Mais de 50 mil livros missionários serão entregues em 2015 no território da APlaC

Mais de 50 mil livros missionários serão entregues em 2015 no território da APlaC

Brasília, DF… [ASN] Foi de mão em mão que a esperança se espalhou e alcançou os moradores de Brasília, no dia 30 de maio. O Impacto Esperança, projeto que visa a distribuição de livros missionários em todo território da Divisão Sul-Americana, envolveu e movimentou as igrejas da Associação Planalto Central (APlaC) durante essa data.

De casa em casa, nos comércios e nas ruas, o livro “Viva com Esperança” foi entregue acompanhado de um sorriso, um abraço ou uma canção, e surpreendeu quem teve contato com a literatura entregue de forma gratuita. Em uma força tarefa, as igrejas distribuíram seus membros em grupos menores, para alcançar a comunidade em que estão inseridas. No mesmo dia, pela manhã, as estações de Metrô receberam os jovens adventistas.

Na estação metropolitana, em Taguatinga, as canções do Coral da Igreja Adventista de Ceilândia Sul preencheram o túnel de acesso e a bilheteria, enquanto os Desbravadores abordavam com um livro os que passaram pelo local. Em um segundo momento, o grupo se dirigiu para a rodoviária de Taguatinga, e finalizou a ação com músicas que chamaram a atenção dos passageiros que enchiam a plataforma enquanto aguardavam para embarcar.

A alegria na voz dos jovens chamou a atenção da dona de casa, Márcia Souza, que esperava junto com o filho para viajar à Goiânia. “A música me trouxe uma sensação muito boa no coração, eu fiquei emocionada com esse presente que eles vieram trazer para nós e com certeza motivou ainda mais a ler o livro, mais coisa boa deve vir por aí”, compartilha Márcia.

Escada Rolante de acesso a plataforma da Rodoviária do Plano Piloto.

Escada Rolante de acesso a plataforma da Rodoviária do Plano Piloto.

Escada Rolante de acesso a plataforma da Rodoviária do Plano Piloto.Na Rodoviária do Plano Piloto, a tática usada pelo grupo da Igreja Central de Brasília resultou na entrega de dois mil livros em pouco menos de meia hora. Posicionados ao final da escada rolante do acesso principal do terminal, não havia para onde fugir e quase todos que passaram por lá receberam a literatura. Os que aguardavam para embarcara também tiveram tempo de iniciar a leitura ali mesmo. A estudante Lorena Martins, que seguia para a aula do cursinho recebeu um exemplar. “Eu achei tão interessante o tema do livro que voltei e pediu mais dois, explica.

Mais de 500 voluntários participaram da ação.

Mais de 500 voluntários participaram da ação.

 

E como forma de aproximar e mostrar na prática a mensagem de saúde contida no livro que foi distribuído durante o sábado, as ações do Impacto Esperança continuaram no domingo, dia 31. Durante todo o dia quatro Feiras de Saúde aconteceram, simultaneamente, visando atender a população de diferentes regiões de Brasília.

Os moradores de Planaltina, Ceilândia, Valparaiso e os visitantes do Parque da Cidade foram atendidos por mais de 500 voluntários. Ali, voluntários e profissionais da saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais atenderam a população com palestras, atividades e testes sobre saúde e hábitos naturais, como a ingestão regular de água, exposição à luz solar e alimentação saudável. Os participantes também passaram por exames de pressão arterial, de função pulmonar, medição da porcentagem de gordura corporal, glicemia, teste de aptidão física e avaliações computadorizadas da idade biológica, assim como massagens antiestresse. Tudo isso oferecido gratuitamente à população.

Uma revista com linguagem pedagógica foi preparada para começar a falar sobre saúde com os pequenos.

Uma revista com linguagem pedagógica foi preparada para começar a falar sobre saúde com os pequenos.

Ao longo de todo o dia mais de 3 mil pessoas foram atendidas. Também foi montada uma tenda especial para o publico infantil, com atividades e brinquedos, além da presença dos personagens da Turma do Nosso Amiguinho, que participou na feira montada no Parque da Cidade.

Para o pastor Ilson Geisler, líder da Ação Social Adventista (ASA) da APlaC, as Feiras de Saúde são uma ferramenta importante de evangelismo. “Através de um feira de saúde nós divulgamos os oito remédios naturais que Deus nos deixou e ao mesmo tempo estamos servindo a comunidade, ensinando e orientando a praticarem esses remédios. É uma forma da Igreja ficar mais visível e  atrair as pessoas para Jesus Cristo”, explica Geisler.

O bancário Claudio Silveira dedicou a manhã para ver se a saúde estava em dia. Ao final do percurso ele reconhece que alguns pontos, como as horas de sono, precisam de mais atenção, e agradeceu a oportunidade de pode tirar um tempo para pensar no cuidado com a saúde. “Saúde é o que a gente tem de mais valioso nessa vida. E oferecer um momento para podermos parar e pensar nas praticas que você tem de cuidar ou não da sua saúde, acho que é uma iniciativa esplendorosa”, elogia Silveira.

Propaganda e convite

Telas nos três do metrô convidaram a população a visitar as Feiras de Saúde.

Telas nos três do metrô convidaram a população a visitar as Feiras de Saúde.

Telas nos três do metrô convidaram a população a visitar as Feiras de Saúde.Para que mais pessoas pudessem ter conhecimento sobre as ações que seriam realizadas nos dias 30 e 31 de maio, a APlaC investiu em anúncios, veiculados em espaços publicitários estratégicos. Durante todo o mês de maio, um vídeo sobre a entrega do livro e informações das Feiras de Saúde foram vistas nos trens e estações da linha do Metrô de Brasília. Já para atender as cidades satélites de Planaltina e Valparaiso foram usadas propagandas nos ónibus que circularam perto do local das Feiras.

Também foi criado um site onde as pessoas teriam mais informações e detalhes sobre os projetos, além de poder baixar o livro na versão digital ou em áudio. “Nós tivemos o retorno de pessoas que mencionaram que vieram até a Feira de Saúde porque viram a propaganda no metrô ou no ônibus, ou identificaram nosso grupo por terem visto a propaganda do livro, explica Hassani Nascimento, líder do Departamento de Comunicação da APlaC.  [Equipe ASN, Liane Prestes]