Carreta da ADRA mobiliza jovens para o voluntariado durante o Maranata São Paulo
Unidade móvel apresentou ações humanitárias da organização e registrou mais de mil adesões ao programa Nota Fiscal Paulista.

A carreta da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), organização humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia que atua em emergências e projetos de desenvolvimento social, foi uma das atrações do Maranata São Paulo. O encontro reuniu cerca de 8,5 mil jovens, líderes e voluntários no Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), campus Engenheiro Coelho, nos dias 9 a 12 de julho.
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Durante o evento, os participantes puderam entrar na unidade móvel, conhecer a estrutura utilizada pela organização em situações de emergência e saber mais sobre projetos sociais desenvolvidos no estado de São Paulo, no Brasil e em outros países.

A iniciativa buscou aproximar os jovens do trabalho humanitário e apresentar diferentes formas de participação, desde o voluntariado até o apoio financeiro a projetos sociais. “Nosso objetivo foi tornar conhecidas as ações desenvolvidas pela ADRA e mostrar aos jovens que existem várias maneiras de se envolver. A carreta ajudou a tornar esse trabalho mais próximo e concreto”, afirma Helber Kalbermatter, líder da ADRA no estado de São Paulo.
Doações pelo cotidiano

No espaço, a equipe também realizou cadastros no programa Nota Fiscal Paulista. Por meio da iniciativa, consumidores podem destinar automaticamente os créditos de suas compras a instituições sociais cadastradas, sem custo adicional. Mais de mil participantes aderiram ao programa durante o Maranata. “Muitos jovens conheceram nosso trabalho, se emocionaram e disseram que gostariam de atuar como voluntários. A ação mostrou que decisões simples do cotidiano também podem contribuir para projetos de atendimento humanitário”, explica Kalbermatter.
Serviço e missão
O Maranata São Paulo foi organizado pelo Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia e teve como proposta envolver os participantes em atividades ligadas à fé, relacionamento, formação de liderança e à missão.
A presença da ADRA integrou esse eixo ao apresentar o voluntariado e a solidariedade como formas práticas de participação comunitária. Além das atividades dentro do campus, o encontro promoveu ações sociais em Campinas e em instituições da região.
Para Kalbermatter, o envolvimento da juventude com projetos humanitários amplia o alcance das iniciativas e contribui para a formação de uma cultura permanente de serviço. “A solidariedade nasce do cuidado com o outro. Quando o jovem conhece uma necessidade e percebe que pode contribuir, ele passa a fazer parte da transformação”, conclui o diretor.