10 adventistas morrem em massacre na Universidade do Quênia
Na ocasião, 147 estudantes cristãos foram mortos por suposto grupo terrorista islâmico.

Membros da Cruz Vermelha carregam parente de um dos estudantes massacrados (Foto:Tony Karumba/AFP Photo)
São Paulo, SP... [ASN] Na quinta-feira, 02, homens armados invadiram a Garrissa University College, localizado em Garrissa, Quênia e deixaram cerca de 147 pessoas mortas. Estimasse que membros de um grupo terrorista alvejaram e mataram estudantes cristãos, incluindo 10 Adventistas do Sétimo Dia.
Entre os mortos estava Eric Nyumbuto , o líder da Igreja Adventista para os estudantes no campus. Stanley Rotich , um membro da Igreja Adventista local de Garrissa , conta que estava em um prédio vizinho quando ouviu os tiros e logo ligou para Nyumbuto. A conversa terminou abruptamente quando o telefone foi desligado. Mais tarde, ele soube da morte de seu amigo.
Um dos primeiros policiais a falar sobre o ataque foi Philmon Okal, um líder da Escola Sabatina da Igreja Adventista local no Garrissa.
"As palavras não podem descrever como é horrível a experiência desse evento horrível. Mas esse ataque me faz lembrar que a segunda vinda de Jesus está muito perto ", disse Okal. "Temos que continuar a olhar para aquele dia em que a violência, morte e destruição não haverá mais."
Suspeitos de terem relação com o ataque foram presos e o governo queniano promete trazer justiça rápida para todos os envolvidos.
Este é o mais mortífero ataque no Quênia, em quase duas décadas. O grupo que reivindicou a responsabilidade pelo ataque é o mesmo grupo que cometeu o atentado contra o Westgate Mall, em Nairobi, no Quênia, em 2013.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia lamenta as mortes dos estudantes, que aconteceu na semana passada. Membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Garissa expressaram seus sentimentos sobre o caso. "Estamos com o coração partido por essa perda sem sentido e solicitamos suas orações por todas as vítimas dessa terrível tragédia.", concluem. [Equipe ASN, Michelle Martins]
Com informações de Adventist News Network