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Voluntários adventistas viajam ao Uruguai para trabalhos sociais e missionários

Objetivo é fazer contato com as pessoas que demonstraram interesse pela Bíblia no início do ano.

Voluntários da igreja do Portão, em Curitiba, PR, vão ficar 20 dias no Uruguai para trabalhos sociais e missionários.

Voluntários da igreja do Portão, em Curitiba, PR, vão ficar 20 dias no Uruguai para trabalhos sociais e missionários.

Curitiba, PR… [ASN] Com as passagens em mãos, o grupo formado por 15 membros da Igreja Adventista do bairro Portão, em Curitiba, estava ansioso para a viagem que começaria minutos após o check-in. Juntos, eles fazem parte do projeto Portão Global, que agora retorna a Montevidéu, capital do Uruguai, para colher os frutos de um trabalho missionário que começou no início do ano. O grupo viajou na manhã da última terça-feira, 8 de outubro.

O coordenador do projeto, pastor Silas de Oliveira, explica que no período carnavalesco deste ano, como forma de retiro espiritual, cerca de 120 pessoas foram à capital do país vizinho a fim de realizar um grande impacto social e missionário em três bairros onde ainda não havia presença adventista: Piedras Blancas, Las Acacias e Solymar.

“Depois disso, patrocinamos três obreiros bíblicos para continuarem com as atividades evangelísticas. Agora, retornamos a Montevidéu para colher esses frutos e mais uma vez visitar os possíveis novos seguidores da fé adventista, oferecer serviços gratuitos à comunidade e celebrarmos os batismos e a inauguração das igrejas que foram construídas. Serão 20 dias muito abençoados”, declara o líder espiritual.

Para o editor gráfico Elias Alexandre, 27, a oportunidade é única porque ele vai poder levar a mensagem de amor e esperança cristã para os que ainda não conhecem e também conhecer uma nova cultura, já que esta é a primeira viagem internacional que faz. “Estou muito entusiasmado com essa experiência que vou ter, apesar de ter que me virar com o espanhol. No que eu puder ajudar, farei o meu máximo nos trabalhos desse projeto missionário”, afirma.

Já para a estudante Franciê Francys, 23, apesar de já ter tido a oportunidade de estudar em outro país (Chile), desta vez os objetivos são totalmente diferentes. “Nós não podemos apenas esquentar banco de igreja e esperar que alguém tome a iniciativa de mostrar o amor de Jesus aos que ainda não conhecem, temos que nós mesmos sair da zona de conforto”, revela.

Nas palavras do aposentado Luiz Carlos, 55, que não participou do início dos trabalhos no Uruguai, em fevereiro, a missão espera por todos aqueles que estão dispostos a trabalhar. “Esta viagem representa a junção do útil com o agradável, porque eu já queria ir ao Uruguai antes mesmo do projeto Portão Global, e agora realizo meu sonho da melhor maneira, junto com meus irmãos na fé e fazendo o trabalho que Jesus nos ordenou. A missão está de portas abertas para todos que têm disponibilidade e vontade de fazer esse trabalho”, finaliza. [Equipe ASN – Mairon Hothon]

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