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Voluntários dedicam tempo e habilidades para servir em outros países

Brasília, DF … [ASN] Diana Steffen, Felipe Tonasso e Therully dos Passos são jovens e têm algo em comum que os une. Os três são voluntários e participaram de projetos e ações em países e regiões distantes de sua casa. Passaram por uma experiência diferenciada que, segundo eles mesmos, foi importante para seu crescimento profissional e pessoal. Diana, que é pedagoga, atuou de maneira voluntária por dois anos no Equador. Em 2009, foi professora de crianças de oito e nove anos na região de Galápagos e lecionou praticamente todas as disciplinas. Em 2010, auxiliou na área educacional em Guayaquil. “No próximo ano, já estou acertando minha ida para servir como voluntária no Uruguai”, comentou.

Felipe Tonasso, pastor e músico, trabalhou de maneira voluntária na Malásia por 40 dias (em 2010) e em Moçambique (20 dias em agosto de 2011) onde atuou em seis frentes de trabalho com uma equipe de profissionais Já Therully, que está concluindo o curso de enfermagem, auxiliou como voluntária no Amazonas (janeiro de 2011 durante 15 dias) e esteve envolvida em atendimento de saúde para comunidades ribeirinhas próximas ao Rio Negro. Os três se consideram homenageados nesse dia 5 de dezembro, quando é comemorado em todo o mundo o Dia Internacional do Voluntário.

O trio participou desse projeto, pois está inserido em uma rede mundial de voluntários que é movimentada diariamente e de maneira silenciosa, mas cujos efeitos são percebidos na vida dos beneficiados e de quem pratica o voluntariado. Além do ideal de servir em uma missão fora da sua região de nascença, os participantes do Serviço Voluntário Adventista (SVA), por exemplo, contam com uma estrutura que permite segurança e condições estruturais de desempenhar um trabalho eficiente que ajude o próximo em todos os continentes.

Hoje o Serviço Voluntário Adventista possui gestores em 13 regiões do mundo em divisões que são responsáveis pela coordenação de todo o trabalho técnico. Conforme Marly Timm, coordenadora para oito países sul-americanos, os projetos em que os voluntários podem se engajar são de curto prazo (até dois meses) e de longo prazo (de três meses a dois anos) em diversas áreas como educação, saúde, religião, saúde, tecnologia e mídia, assistência social, finanças e administração. Podem ser de três tipos básicos:
– compartilhados em que os voluntários e os líderes de projeto dividem as despesas. Com os líderes geralmente ficam as despesas com alojamento, alimentação, transporte diário ao local do serviço, pequeno estipêndio mensal para manutenção do voluntário e seguro de viagem e saúde. Com o voluntário, ficam os custos de documentação e visto, passagem de ida e volta e, quando necessário, vacinas ou outros tipos de medicamentos específicos;
– patrocinados em que os líderes dos projetos ou o próprio voluntário conseguem um patrocinador que custeia os gastos;
– suas mãos em que o voluntário assume todas as despesas.
De acordo com Marly, o SVA possui três metas bem claras. “Nós trabalhamos para enviar voluntários, recebemos voluntários e ajudamos a desenvolver os projetos”, destaca. Há os voluntários que atuam de maneira individual e os que vão através de grupos. Nesse ano, foram enviados 92 voluntários da América do Sul para outros países pelo SVA. No mesmo período, foram recebidos 69 voluntários de outras partes do mundo e, em processo de movimentação estão atualmente 461 voluntários atualmente.
O site oficial para os que desejam fazer parte da rede de voluntários é www.voluntariosadventistas.org. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

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