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Quebrando o Silêncio teve mobilização rosa no noroeste do Brasil

Nos estados do Amazonas, Rondônia, Acre, Roraima movimentação foi forte.

Além das ações de sábado, durante a semana escolas públicas também foram visitadas

Além das ações de sábado, durante a semana escolas públicas também foram visitadas

Manaus, Amazonas … [ASN] Diversos tipos as mobilizações relacionadas ao projeto Quebrando o Silêncio ocorreram na região noroeste do Brasil e alertaram a população sobre prevenção. O foco em 2013 foi a respeito dos perigos do mal uso da internet. Com o elevado índice de crianças usando a internet e expondo suas vidas a estranhos, a campanha promoveu vídeos orientando crianças e adultos. Durante todo o mês, na região central do Amazonas, escolas da rede pública receberam visitas de voluntários adventistas que realizaram palestras educativas. E no final de semana, na região central do Amazonas, os participantes coloriram de rosa a capital amazonense.

Nos estados de Rondônia e Acre, passeatas foram organizadas em várias cidades, sendo as principais em Ariquemes, Porto Velho e em Brasiléia, onde os membros das igrejas adventistas foram às ruas para fazer esse alerta. As passeatas tiveram apoios importantes, como da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, subseção Ariquemes, e Poder Legislativo municipal, como das policias militar e guardas municipais.
O vereador Alex Redano, presidente da Câmara de Vereadores de Ariquemes, participou dos quatro quilômetros da passeata que percorreu as principais avenidas da cidade, e que mobilizou mais de 300 pessoas. Quem também marcou presença foi Rosilene Silva, conselheira dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Rondônia, que ressaltou a importância de um projeto como este. “Alertar as crianças é importante, pois são alvo fácil para pessoas com más intenções, principalmente espalhadas pela internet, que cada dia está mais fácil o acesso. Louvável a atitude da igreja adventista de se preocupar com este assunto e realizar um projeto desta grandeza”, comentou Rosilene.
Região central de Amazonas – Em Manaus, os mesmos temas foram abordados. Ações sociais envolveram atendimento médico aconteceu em alguns bairros da cidade. Muitas foram as ações, no entanto houve um plus. O mês de agosto, na capital amazonense, ganhou o rosa como cor oficial na divulgação do Quebrando o Silêncio porque, além da violência doméstica comentada anualmente, a luta contra o câncer de mama foi alvo das manifestações.
Um grande Consultório de Família aconteceu, também, com a presença da apresentadora da TV Novo Tempo, Darleide Alves, onde assuntos referentes ao projeto ganharam ainda mais força. A jornalista mediou os diálogos entre profissionais de saúde e jurídicos, que deram peso ao evento alertando e orientando os ouvintes. O valor dos ingressos foram repassados à Liga Amazonense Contra o Câncer (LACC) e outras instituições semelhantes na cidade. Já a caminhada rosa realizada no dia 24 atraiu mais de três mil pessoas.
Alunos de uma universidade particular se aliaram ao projeto e instituições como o Hospital Adventista de Manaus (HAM) e Hospital do Câncer também deram apoio. O HAM ofereceu senhas para consultas com mastologista – especialidade médica que se dedica ao estudo das glândulas mamárias, prevenindo e diagnosticando as doenças da mama. Havendo algum caso de suspeita ou comprovação de tumor, a paciente será encaminhada ao Hospital do Câncer para dar continuidade no tratamento.
A deputada Rebecca Garcia, que abraçou a causa e marcou presença no evento, parabenizou a igreja pela iniciativa. “A igreja está de parabéns por mais este Quebrando o Silêncio, pois faz um bem à sociedade quando coloca os dois temas em pauta, visto que conscientizar é fundamental para eliminar o problema”, afirma a deputada.
De acordo com a diretora do Ministério da Mulher da região, Neila Reis, o envolvimento do grupo foi essencial para o sucesso do evento. “A Caminhada Rosa alcançou seu principal objetivo: unir igreja, comunidade e autoridades, a fim de levar a informação, tanto para se diminuir todas as formas de violência, quanto para aumentar a qualidade de vida das vítimas do câncer de mama”, ressalta a líder. [Equipe ASN, Jeane Barboza, Leonardo Leite e Rosângela França]

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