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Projeto Quebrando o Silêncio foi realizado em várias cidades no Sul de Minas no mês de agosto

Para concretizar o projeto Quebrando o Silêncio no mês de agosto, ações sociais foram realizadas no ginásio de uma escola pública em Bom Jardim de Minas, Minas Gerais.

[Bom Jardim de Minas, MG] Com o objetivo de romper barreiras e silenciar a violência, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) da cidade de Bom Jardim de Minas, em Minas Gerais, realizou um programa no sábado, 31.

Além da distribuição de revistas e panfletos, houve aferição de pressão, dosagem de glicose, orientações de saúde, entre outros.

Além da distribuição de revistas e panfletos, houve aferição de pressão, dosagem de glicose, orientações de saúde, entre outros.

Para começar o dia, um culto, baseado em Mateus 5:14 até o verso 16, foi realizado pela Débora Rodrigues, responsável pelo Ministério da Mulher na região Sul de Minas.

O sermão abordou que o cristão é o sal da terra e que cada um foi chamado por Deus para levar Cristo às pessoas. “Nós temos que ser a luz do mundo, iluminar, ajudar as pessoas, levá-las à salvação e não desviá-las. Nós desviamos os outros quando damos um mau testemunho”, frisou Débora, no sermão.

Logo à tarde, por volta das 14h, mais de 100 pessoas passaram pelo ginásio de uma escola pública da cidade a fim de prestigiar o evento que aconteceu em parceria com o Ministério da Mulher, Desbravadores e a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra).

E tudo foi novidade, pois esta foi a primeira vez que a IASD de Bom Jardim realiza o Quebrando o Silêncio na cidade, com atendimento e trabalhos sociais. Houve aferição de pressão, dosagem de glicose, doação de roupas, aconselhamento com uma psicóloga, trabalhos artísticos para crianças, orientações sobre saúde com um professor de educação física, distribuição de revistas e panfletos sobre o projeto, entre outros.

Resultados

Além do atendimento, a fanfarra dos desbravadores fez duas apresentações e as crianças tiveram brinquedos para se divertirem, pipoca e algodão doce. Autoridades da cidade estiveram presentes e gostaram do que viram. Esse é o caso da Secretária Municipal de Educação, Celi Teixeira. Ela diz que esse projeto veio como um apoio às crianças e escolas. “Nós sabemos que a violência, infelizmente, é realidade em muitos lares em Bom Jardim de Minas. Nós agradecemos a Igreja Adventista que sempre nos ajuda, realizando projetos como este”, valoriza.

Para o prefeito de Bom Jardim, Joaquim Laércio, que também esteve presente, a conscientização é uma ótima forma de combater a violência, orientar e mostrar que é possível quebrar o silêncio. Ele também é simpatizante da IASD e agradece pelos projetos. “A Igreja é uma parceira nossa em vários outros eventos e a comunidade só tende a crescer. É realmente um prazer apoiar esse trabalho”, afirma.

Ao centro, Débora Rodrigues, responsável pelo Ministério da Mulher no Sul de Minas, à sua direita, o prefeito da cidade, Joaquim Laércio e o pastor da igreja de Bom Jardim de Minas, André Fernandes.

Ao centro, Débora Rodrigues, responsável pelo Ministério da Mulher no Sul de Minas, à sua direita, o prefeito da cidade, Joaquim Laércio, e o pastor da igreja de Bom Jardim de Minas, André Fernandes.

E a satisfação e confiança nas atividades que a IASD realizou não foi sentida apenas pelas autoridades. No próprio evento, uma pesquisa foi realizada para identificar se alguns teriam interesse em receber orientações sobre a Bíblia. Das 70 pessoas entrevistadas, 56 disseram sim e já aguardam a visita dos membros para aprofundar o conhecimento na Palavra de Deus.

Segundo Débora, o Quebrando o Silêncio é um projeto que mostra à comunidade que a IASD está de braços abertos para recebê-los. “Nós levantamos uma bandeira, quebrando barreiras. Várias pessoas vieram, ficaram encantadas com o projeto. Nosso objetivo também foi mostrar a nossa religião na prática, que cristão não fica no banco da igreja, mas age e ama”, destaca.

Neste ano, o projeto veio abordando o perigo nas redes sociais para as crianças. Já para os adultos, superar os traumas foi o tema trabalhado, uma vez que estes podem afetar a parte emocional, física, espiritual e social. O Quebrando o Silêncio completou, este ano, 11 anos de existência, com a função de orientar e atender à comunidade.

O programa da tarde terminou às 17h, porém o dia só foi finalizado com a palestra da psicóloga Raquel Rangel que abordou os tipos de violência contra criança e adolescentes como a verbal, física, emocional, psicológica e sexual. A palestra foi realizada às 19h na IASD de Bom Jardim para membros, autoridades e à comunidade.

Em Coronel Pacheco

Enquanto a cidade de Bom Jardim de Minas estava envolvida com o Quebrando o Silêncio, a cidade de Coronel Pacheco, com quase 2.800 habitantes, foi visitada por 18 membros da IASD na cidade de Goianá, aproximadamente 17 km de Juiz de Fora, Minas Gerais.
Estes membros passaram a manhã do último sábado, 31, distribuindo o DVD “A última esperança”, além de panfletos de orientação em combate à violência. Ao todo, foram distribuídos 400 DVD’s e mais de 100 panfletos.

Segundo o pastor Carlos Lima, responsável pela Igreja Adventista de Goianá, as pessoas que recebiam pediam mais materiais para levar aos amigos e familiares. As 18 pessoas aproveitaram a distribuição para divulgar o desfile de desbravadores que será realizado na próxima sexta-feira, 06, em Coronel Pacheco, em comemoração ao 7 de setembro. Nesta cidade, não existe Igreja Adventista.

Em Juiz de Fora, bairro São Pedro

No decorrer do mês de agosto, várias igrejas no Sul de Minas promoveram eventos para combater a violência. Em Juiz de Fora, no sábado, 31, a distribuição aconteceu no bairro São Pedro. Ao todo, mais ou menos, 30 pessoas, dentre aventureiros e desbravadores, distribuíram 1.200 revistas e panfletos de orientações.

Samanta Santos, uma das organizadoras do evento, diz que as pessoas paravam e pediam para receber o material. “Elas ficavam felizes e eu fiquei mais ainda, porque ao mesmo tempo que estamos combatendo à violência, também estamos abreviando a volta de Jesus, pois a mensagem fica. Isso é gratificante”, conclui. [Equipe ASN, Vanessa Lemes]

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