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Pregações bíblicas levam mais de 40 casais a legalizarem vida conjugal

Durante esta sexta-feira, 23, mais de 40 casais da região sul de São Paulo compareceram ao Cartório de Registro Civil do Capão Redondo para legalizarem a vida matrimonial. Parte do grupo decidiu se casar perante as leis civis para então poderem aceitar publicamente a Cristo através do batismo.

Parceria entre Igreja Adventista e Cartório de Registro Civil possibilita o casamento de mais de 40 casais da região Sul de São Paulo

Esta foi a história do casal Milene e Antônio, que já estão juntos há mais de dois anos. Eles decidiram se casar no cartório para Milene poder se batizar neste domingo, dia 25. “Já faz cerca de um ano que frequento a igreja adventista. Agora decidi seguir mesmo neste caminho”, conta.  A emoção nesta família se torna ainda maior porque Milene se casou no mesmo dia que a irmã Alessandra. Mas não pára por ai. Alessandra e o marido também selarão o compromisso com Cristo no próximo domingo. “Senti no coração que deveria mudar de vida e achamos que este é o momento”, conta Ezequiel Costa.

O pastor Antônio Gonçalves, responsável por realizar séries de pregações bíblicas à comunidade da zona sul de São Paulo, explica porque a Igreja Adventista cuida para que seus membros estejam em conformidade com as leis civis. “Toda lei humana que condiz com a lei divina é chamada de lei de Deus, por isso antes de se batizar é importante que a pessoa regularize sua situação conjugal. A parceria com o cartório possibilita que isto seja feito gratuitamente à comunidade”, pondera.

Ao centro, Lindacir da Silva, mãe de Milene e Alessandra, irmãs que se casaram e se batizarão no mesmo dia.

A parceria que já existe há alguns anos também beneficia o cartório regional, conforme esclarece o juiz de casamentos Márcio Ribeiro do Nascimento. “Esta parceria da Igreja Adventista com o cartório faz toda a diferença para a comunidade e também faz com que o cartório se sinta até lisonjeado”, declara Nascimento. “Desta forma podemos fazer parte da união civil e religiosa destas pessoas”.

 

Priscilla Stehling

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