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Autoridades procuram adventistas para reforçar combate ao zika vírusIgreja no Estado da Bahia já tem utilizado eventos e redes sociais para falar sobre o assunto e incentivar membros a divulgar o combate ao mosquito.

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O diretor regional da ADRA Brasil na Bahia, Luís Fernando, salientou a iniciativa dos adventistas no combate ao Aedes Aegypti no Estado

Lauro de Freitas, BA …[ASN] Representantes da Igreja Adventista do Sétimo Dia atenderam o convite do Governo da Bahia e participaram de uma reunião, nesta quarta-feira, 24 de fevereiro, para debater sobre ações de combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da zika, dengue e chikungunya. O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Infraestrutura do Estado e contou com a presença do governador baiano, Rui Costa. A reunião teve a participação de lideranças religiosas e comunitárias.

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O governador do Estado, Rui Costa, elogiou a mobilização dos adventistas na Bahia

O diretor regional da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) Brasil para o Estado da Bahia, Luiz Fernando, e o líder do Ministério Jovem da Igreja Adventista para Bahia e Sergipe, pastor Alceu Filho, participaram do encontro. Em discurso, Luís Fernando salientou a importância dessa unidade em torno de um problema social que afeta a vida de milhares de famílias, e apontou o trabalho que já vem sendo feito pelos adventistas no Estado. “A Igreja Adventista do Sétimo Dia, com seus 2,4 mil templos e 180 mil membros, está usando as redes sociais, todos os eventos, para divulgar o combate ao mosquito. Essa convocação do governador Rui Costa é muito boa porque já tínhamos a iniciativa própria e, com a parceria com o Governo, teremos mais material e ferramentas para levar aos nossos membros, que vão levar a campanha para as comunidades”, afirmou.

Em sua página pessoal em uma rede social, o governador da Bahia elogiou a iniciativa dos adventistas no combate ao Aedes Aegypti. “São 180 mil membros sendo chamados ao bom combate”, escreveu. Durante o evento, foi apresentada uma das iniciativas em andamento, que é a biofábrica Moscamed, em Juazeiro, capaz de produzir mosquitos modificados geneticamente e que, ao se reproduzirem, formam gerações estéreis. “Nós já estamos fazendo testes com mosquitos em Jacobina e Juazeiro, com resultados positivos. Nos lugares onde eles foram soltos, a população de mosquito reduziu em até 80%. Agora estamos procurando apoio do governo federal para produzir este mosquito em larga escala e distribuí-lo pelos lugares onde há os principais focos”, declarou Rui Costa. [Equipe ASN, Heron Santana]

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