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Festival de música sacra inspira ministérios de igrejas do interior do Rio Grande do Sul

Evento ocorreu na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) e teve a participação do grupo Prisma Brasil.

Ijuí, RS… [ASN] O dia 08 de julho vai ficar marcado na mente de centenas de adventistas do noroeste gaúcho que atuam e simpatizam com a área da música. Isto porque, nesta data, ocorreu o Festival de Música Sacra, conhecido como Femusa. A ocasião ocorreu no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí). O programa teve a presença do programa Prisma Brasil, que já possui mais de 30 anos de trajetória inspirando gerações a também se envolverem em iniciativas musicais.

“Para a gente, o principal [objetivo] em cantar é louvar a Deus, mas influenciar grupos é, também, uma grande alegria. Agora, a primeira coisa, mais importante que a gente faz, é buscar conteúdo. A gente tem que buscar alguma coisa na Palavra de Deus para, então, oferecer alguma coisa, então, se as pessoas se espelham em nós, e a gente está olhando para o Alto, elas também vão querer olhar para o Alto”, ressalta Rafael Prates, diretor do grupo Prisma Brasil.

Além do concerto com o grupo, quem foi ao evento também participou de um momento com apresentações de grupos regionais. Entre as formações presentes, haviam quartetos, grupos e um coral. O grupo Paz, de Santa Maria, foi formado em 1987, mas estava inativo devido a integrantes que mudaram de cidade. Por conta do Femusa, eles voltaram a ensaiar e, de acordo com o Matheus, instrumentista do grupo, há o desejo de permanecer com a formação. “E a gente tem a oportunidade. A gente tantos lugares que não tem gente para cantar, então, precisamos aproveitar que temos essa condição e louvar a Deus, que é uma coisa muito importante”, declara.

Para o líder do Ministério da Música para o noroeste gaúcho, Márcio Xavier, acontecimentos desta natureza dão fôlego a iniciativas da área, em especial pelo motivo de que, quem sai beneficiado, é toda a igreja. “A minha reação ao ver esse resultado é de agradecimento a Deus, porque o objetivo de acontecer isso é a gente ver que vai ter frutos na igreja. Tudo o que é feito assim, em grande escala é para produzir frutos lá na linha de frente e também reavivar o município. As pessoas cantam na igreja, mas também passam a cantar fora, nas praças, hospitais, etc”, conclui. [Equipe ASN, Willian Vieira]

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