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Culto de gratidão reúne autoridades do Direito em São José dos Campos

Operadores do Direito foram reconhecidos pela Igreja Adventista pelos relevantes serviços prestados à sociedade.

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Culto de reconhecimento aos operadores do Direito aconteceu na Igreja Adventista do Bosque dos Eucaliptos, em São José dos Campos (Fotos: Mairon Hothon)

São José dos Campos, SP… [ASN] Um culto de gratidão e reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à sociedade reuniu os principais representantes do Direito do município de São José dos Campos no último domingo (25). A reunião religiosa foi organizada e oferecida pela Igreja Adventista, por meio do departamento de Liberdade Religiosa da instituição, que homenageou professores, juízes, advogados e estudantes do Direito.

O organizador do culto, pastor Jefferson Castilho, explica que a iniciativa visa não apenas homenagear a categoria, mas mostrar a disponibilidade da Igreja Adventista para as devidas profissões como parceira em seus diversos processos e frentes de atuação, a exemplo da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB Estadual/SP presidida pela advogada adventista Damaris Moura.

“A Igreja Adventista não pode ser uma instituição a parte da sociedade, muito pelo contrário, precisamos ser parceiros das instituições que melhorem e lutem pela qualidade de vida e do bem estar social. No caso dos operadores do Direito, esse culto é uma forma de se aproximar desses profissionais e mostrar nossas frentes de lutas a exemplo de estudantes que tem problema com aulas ao sábado, liberdade de culto e crença entre outras. Reconhecemos a relevância do serviço prestado à sociedade pelos advogados e nos colocamos como parceiros destes”, exemplifica o pastor adventista.

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Ao total foram homenageados 10 representantes do Direito com uma placa de reconhecimento e um kit com literatura denominacional.

Durante o culto religioso, o presidente da Igreja Adventista para a região do Vale do Paraíba, em São Paulo, pastor Ronaldo de Oliveira, exemplificou por meio da histórica bíblica da cura do paralítico no Tanque de Betesda, descrita no livro de João, capítulo 5, que mais valor que processos e crenças podem trazer, o fator ser humano é o que faz a diferença.

“O paralítico estava naquela situação há 38 anos acreditando que o mover das águas o pudesse curar, algo que vinha da crença, de ensinamentos e normas dos mais antigos, contudo foi o fator humano que o fez mudar daquela situação. Quando colocamos processos e laudas frias na frente de pessoas, invertemos a lógica de Cristo”, explica.

Para o presidente da 36° subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) aqui de São José dos Campos, advogado Rodrigo Canellas, não é possível haver Direito sem bons operadores do Direito e é o capital humano que faz a diferença diária ao escrever a história dessa área da ciência.

“Hoje o nosso maior objetivo da entendida de classe não é focar apenas no trabalho técnico, mas nas pessoas. Normalmente já fazemos isso por meio das diversas comissões, e o engajamento pessoal é o que faz a diferença num processo. Como sempre enfatizamos, o bom advogado resolve a ação e não litiga o processo. Buscar resultado concreto passa pela humanização”, defende o presidente.

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Presidente da 36° subseção da OAB, advogado Rodrigo Canellas

Além de louvores, orações e estudo da Bíblia, na parte central do culto fora entregue placas de reconhecimento e condecoração a todos os representantes convidados. Foram homenageados o diretor da faculdade de Direito da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), Sérgio Bacha, o presidente da 36° subseção da OAB em São José dos Campos, advogado Rodrigo Canellas, Juíza Federal do Trabalho, desembargadora Antônia de Sant’Ana, o desembargador magistrado do Tribunal de Justiça de São Paulo, dr. Luz Antônio Cardoso, o presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (Ablirc), advogado Samuel Luz, além da advogada Cristiane Jacem.

“A homenagem que nos foi prestada hoje como operadores do Direito é incomum em nossos dias, e ela se reveste de importância invulgar pois nos alimenta a continuarmos nessa tarefa de organização social. Fiquei emocionado ao receber esse reconhecimento de uma instituição tão séria e exemplar como a Igreja Adventista. Não há bom direito se não houver bons operadores do Direito, operadores de bom caráter e índole. E são as igrejas que contribuem com essa formação necessária dos nossos futuros profissionais”, finaliza o profº Sérgio Bacha. [Equipe ASN, Mairon Hothon]

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