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Hospital Silvestre faz 400 transplantes de fígado em 6 anos

A unidade hospitalar é a terceira que mais realiza o procedimento de fígado, com taxa de 75% de sobrevida

Rio de Janeiro – RJ [ASN]  No Hospital Adventista Silvestre, 90% das cirurgias de transplante de fígado são realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e a taxa de sucesso chega a  85%; bem superior à média nacional, que é de 67%.  A meta para 2017 é realizar pelo menos 100 novos transplantes. Nessa semana, a instituição contabilizou a marca de 400 transplantes de fígado realizados em seis anos.

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“Somado a esse número de procedimentos, uma enorme virtude deste programa é a capacitação de pessoas com diversos trabalhos científicos publicados, teses de mestrado, qualificação de jovens cirurgiões, hepatologistas, anestesistas e enfermeiros especializados”, afirma Eduardo Fernandes, chefe do setor de transplantes hepáticos.

Em 2013, o hospital teve outro marco importante, quando começou a realizar o procedimento em crianças. O transplante de fígado em crianças representa cerca de 10 a 15% do total de transplantes de fígado e tem muitas particularidades em relação ao adulto, necessitando de profissionais mais especializados, porém, no Brasil, ainda há uma carência desses especialistas.

O Hospital Adventista Silvestre está localizado no bairro Cosme Velho, na cidade do Rio de Janeiro – RJ. É uma das principais referências do país, e em 2011 recebeu o prêmio de Hospital Revelação em Transplantes, concedido  pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Transplante Hepático

Esse tipo de transplante é necessário quando há um dano irreversível das células do fígado. Na maioria dos casos, há um quadro de cirrose hepática (quando lesões no órgão começam a cicatrizar, e este vai perdendo as suas funções).

Ao contrário do que muitos pensam, a cirrose não está relacionada apenas ao alcoolismo. Ela pode se dar em função de uma hepatite crônica viral ou autoimune, doença hepática alcoólica ou gordurosa, tumores e doenças metabólicas ou que comprometam as vias biliares. [Equipe ASN, Francis Matos, com informações de Jairo Borda e UOL]

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