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Exposição de Isolina Waldvogel comemora 120 anos de seu nascimento

A exposição mostra desde trabalhos profissionais até itens pessoais de Isolina.Engenheiro Coelho, SP…[ASn] O Centro Nacional da Memória Adventista abre suas portas para a exposição Isolina Avelino Waldvogel – 120 anos. Nascida em 1892, Isolina é considerada uma das pioneiras do adventismo no Brasil. Traduziu livros de Ellen White e escreveu artigos que foram publicados em revistas como Atalaia, Mocidade e Revista Adventista, sendo esta última a única que ainda circula. Além disso, traduziu hinos do King’s Heralds, o Arautos do Rei americano, para a Voz da Profecia no Brasil. Produziu, também, muitas poesias. Ela e seu marido, Luiz Waldvogel, dedicaram sua vida ao trabalho na Casa Publicadora Brasileira, CPB, considerada atualmente a maior editora da Igreja Adventista no mundo.

Além de lembrar os 120 anos do nascimento de Isolina, a mostra aborda a vida da pioneira tanto no aspecto profissional como pessoal, e também espiritual. “É importante mantermos a memória viva de Isolina, pois ela só teve uma filha, Heloísa, que já é falecida e não teve filhos. Ou seja, sua geração está extinta”, ressalta Janaína Xavier, responsável pela organização de exposições e acervo do Centro White.
Localizado no Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp, o Centro Nacional da Memória Advenstista está ligado ao Centro White; ambos criados com o objetivo de preservar a história do adventismo. Os dois se encontram no mesmo espaço.

Fundado em 1988, no antigo Instituto Adventista de Ensino, o IAE, O Centro Nacional da Memória Adventista abriga exposições permanentes contendo móveis, documentos, fotos e pertences dos pioneiros. Com uma nova proposta, o Centro pretende promover exposições temporárias, a fim de incentivar os membros da Igreja a ter sempre um motivo para visitarem o espaço e adquirirem novos conhecimentos. A exposição de Isolina é a primeira nesse novo estilo.

O diretor do Centro White Brasil Renato Stencel, acredita que a história da Igreja tem um papel fundamental na vida de seus membros. “Estamos preservando não somente a história, mas a nossa própria identidade”, argumenta. A exposição é aberta para todo público e estará disponível até o dia 31 de dezembro. Mais informações no telefone: (19) 3858-9033. [Equipe ASN, Jéssica Guidolin]

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