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Família é acolhida em Pequeno Grupo e se torna adventista

Renata encontrou no Pequeno Grupo o fortalecimento da fé.

“O Pequeno Grupo foi primordial para a minha conversão”, garante Renata

Curitiba, PR…[ASN] Renata da Silva seguia uma determinada denominação, enquanto seu marido, Rodrigo da Silva, apesar de afastado desde os 18 anos, considerava como religião  a Igreja Adventista. Devido à diferença de crenças, o casal combinou de em uma semana ir na igreja dela, e na outra ir na igreja dele. Entretanto, o acordo não saiu do papel.

Mas foi em uma situação delicada de uma cirurgia com chances de complicações que Renata se deparou com a preocupação do marido e o viu retomar a leitura da Bíblia que há muito tempo se tornara esquecida. Foi a partir daí que a decisão de frequentar a igreja se concretizou.

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“Minha sogra é adventista há 20 anos. Decidimos comparecer à igreja do Tingui [em Curitiba], pois queríamos uma igreja sem conhecidos para evitarmos cobranças. A ideia era irmos na Igreja Adventista no sábado e na quarta-feira seguinte, na minha igreja, pois eu não abriria mão disso”, relembra Renata.

A família de Renata foi convidada a participar do Pequeno Grupo que também é uma unidade de ação da Escola Sabatina.

Após o sucesso da cirurgia e da recuperação, Renata junto a seu marido e filha foram à Igreja Adventista. Segundo ela, a recepção foi muito acolhedora. Os abraços e apertos de mão aqueciam seu coração sem saber ao menos explicar o porquê. Para ela tudo era muito novo, a atitude das pessoas, a mensagem, as músicas. Um sábado que ficou marcado.

Como combinado, na quarta-feira seguinte, a família se dirigiu à igreja de Renata, mas a sensação não era a mesma de anos atrás. “Rodrigo ficou firme do meu lado para me dar apoio, mas meu coração não estava feliz ali. Ficamos apenas 10 minutos dentro da igreja e esta foi a última vez que entrei lá”, conta a coordenadora de projetos.

A partir daí a presença na igreja adventista Tingui passou a ser frequente, e logo nas primeiras visitas, a família de Renata foi convidada a participar de um Pequeno Grupo na residência de um casal de fiéis. Na verdade, este Pequeno Grupo é a extensão de uma das 22 unidades de ação da Escola Sabatina na igreja local. A intenção é promover encontros, além dos sábados pela manhã, é unir Escola Sabatina e Pequeno Grupo em um mesmo ministério.

“Achei muito estranho o carinho. Como podem abrir suas casas e receber pessoas que nunca viram, e ainda ensinando a Palavra de Deus, oferecendo lanche? ”, revela Renata sobre a primeira vez que foi ao Pequeno Grupo.

Aos poucos, ela entendeu o propósito baseado no amor de toda aquela iniciativa. Na sequência, estudos bíblicos foram oferecidos e passaram a ser ministrados por Orimar Martins e Vera Zanotto. O envolvimento começou a ser tão intenso, a rede de amigos aumentando, que quando se deu conta o Pequeno Grupo havia multiplicado. “Hoje, temos também o nosso Pequeno Grupo de 6 casais e 4 crianças, incluindo minha filha”, diz Renata.

Com o envolvimento, o casal encontrou motivação e acabou multiplicando este ministério com um novo Pequeno Grupo.

O batismo de Renata e o rebatismo de Rodrigo aconteceram. Hoje, o casal é ativo na Igreja Adventista e estão envolvidos diretamente com o Pequeno Grupo. “Eles são um exemplo maravilhoso. Nunca é tarde para Cristo. Eles são super envolvidos. Esta é uma cadeia do bem”, comemora Vera Zanotto, que além de ter ministrado os estudos bíblicos para o casal, também é líder da unidade de ação  e Pequeno Grupo que atende novos interessados e amigos que encontram a Igreja Adventista por meio da Rádio e TV Novo Tempo.

Vera ainda acrescenta de que cada professor de Escola Sabatina também é um pastor, espalhando o amor e ensinando sobre a Bíblia.

Renata vê no Pequeno Grupo uma forma de se manter firme na fé, e garante que este ministério foi de grande importância para a sua decisão ao lado de Jesus. “ Oramos uns pelos outros, ‘aliviamos’ os fardos, choramos, rimos. Somos amigos caminhando pelo mesmo sentido com o mesmo objetivo: Deus. O Pequeno Grupo foi primordial para a minha conversão. Procuramos sempre nos manter conectados em tudo para não perdermos o foco. Nosso Pequeno Grupo é uma benção”, conclui Renata. [Equipe ASN, Jéssica Guidolin]

 

 

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