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Clube Doadores ADV recebe placa pelas sete mil doações de sangue

Hospital Sírio-Libanês premiou doadores e grupos assíduos de 2016

Alfredo (ao centro) recebeu premiações em nome do clube Doadores ADV e por doações individuais (Crédito: Wellington Andrade)

São Paulo, SP… [ASN] O Clube Doadores ADV recebeu uma placa em agradecimento às sete mil doações realizadas em 2016. Com homenagens aos doadores assíduos, a cerimônia contou com depoimentos e a participação do grupo instrumental Metal&Cia, do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), e foi realizada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado no dia 14 de junho.

A entidade prestou homenagens aos participantes que realizaram de 25 a 150 doações, tanto de sangue quanto de plaquetas. “Quando nós trabalhamos com grupos, sabemos que a resposta é muito maior. Hoje nós temos uma série de grupos que doam frequentemente e sabemos que podemos contar com 15, 20 ou 30 pessoas de uma única vez. Isso é muito bom”, afirma Silvano Wendel, diretor do Banco de Sangue do Hospital Sírio-Libanês.

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Alfredo Quiroz, líder e idealizador do Clube Doadores ADV, recebeu uma placa pelas suas 100 doações individuais. “São 14 anos trabalhando por esta causa e eu fico muito feliz por recebermos este prêmio. Já somos mais de oito mil pessoas, mas eu acredito que conseguimos mais e que temos potencial para salvar muito mais do que 20 mil vidas por ano”, estimula.

Com a campanha “O que você pode fazer? Doar Sangue. Doar agora. Doar regularmente”, neste ano a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como foco a doação de sangue em situações de emergência ou desastres naturais. “[Ela] indica que uma das coisas que você pode fazer é doar sangue, mas não doar sangue só no momento da catástrofe. É doar sempre. O desastre aparece sem a gente esperar e não adianta tentar resolver o problema daqueles pacientes com um estoque de sangue baixo”, explica Wendel.

Pastor Ronaldo Arco foi um dos convidados de Alfredo (Crédito: acervo pessoal / Ronaldo Arco)

Alertar para a necessidade de doações constantes e voluntárias, principalmente no período de outono / inverno, quando os bancos de sangue têm redução de até 30% de seus estoques em virtude das baixas temperaturas, período de férias e o aumento do número de acidentes, também é a proposta do Junho Vermelho. Criado pelo Movimento Eu Dou Sangue, em 2011, este ano a campanha ilumina em vermelho diversas instituições e monumentos, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

“Sangue é algo que não se fabrica, não existe sangue sintético. Se nós não fizermos a nossa parte, vai faltar. O ato de doar sangue é uma forma genuína de exercer a cidadania e nós costumamos dizer que a gente dá sangue, dá de nós mesmos para as pessoas que precisam. É um ato voluntário”, comenta Debi Aronis, fundadora do Movimento Eu Dou Sangue.

Compromisso

Para comemorar a data, o Clube realizou doações de plaquetas no Hospital Sírio-Libanês, e de sangue no Hospital Nove de Julho. Entre os participantes, além daqueles de primeira viagem, estava Karine Soares Viegas, que faz parte do agremiação desde 2002.

“Este é um grupo que eu me identifiquei desde o início pela mensagem de amor que ele transmite. Saber que Jesus doou o sangue dele para me salvar, como eu posso não fazer isso pelo meu próximo? Se eu tenho saúde, preciso fazer alguma coisa. Isso é o que mais me motiva a continuar nesse ministério”, completa Karine.

Com mais de oito mil participantes ativos – incluindo cerca de 200 doadores de plaquetas, o Clube realiza contribuições semanais com grupos de até 15 pessoas e também auxilia líderes em ações do projeto Vidas Por Vidas.  [Equipe ASN, Stephanie Passos]

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