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Campori em Ponta Grossa reuniu cerca de 4.300 desbravadores

Acampados no Centro de Eventos da cidade, adolescentes desenvolveram atividades sociais com os moradores da região.

Desbravadores foram desafiados a consagrarem seus lenços a Deus

Curitiba, PR…[ASN] O Sonho Maior, esse foi o tema do IV Campori de desbravadores organizado pela Igreja Adventista na região central do paraná. Realizado entre os dias 11 a 15 de outubro, o acampamento foi um marco para a cidade de Ponta Grossa, e fez a diferença na região.

Durante o Campori, 54 pessoas foram batizadas

“Desde o começo do ano a gente já se prepara, eu só fico pensando meu Deus o Campori está chegando, está chegando! É uma animação tão grande estar aqui, com todo mundo, e eu acho muito legal. A cada dia a gente aprende uma coisa, e a cada pregação que o pastor faz, impacta a gente em um momento diferente da nossa vida”, comenta a desbravadora Nathalia Caroline da Rosa.

Camile Ribas de 15 anos, conheceu os desbravadores através de alguns amigos que participavam do Clube de Desbravadores, e nesse ano ela teve a oportunidade de participar de um Campori pela primeira vez. Para a adolescente, o acampamento também possibilita momentos para refletir sobre a vida. “Eu entrei esse ano no desbravador e amei muito. Eu acho que o Campori é um lugar para você pensar, ver como está sendo sua vida, se você está seguindo o caminho certo,  e o batismo me marcou muito, porque foi um momento muito especial. Ainda não sou batizada, mas estou pensando sobre o assunto”, declara a desbravadora.

Realizado na Cidade de Ponta Grossa, o Campori O Sonho Maior reuniu cerca de 4.300 desbravadores. Foram quatro dias de atividades intensas, cuja finalidade era desenvolver no adolescente o bem-estar físico, mental, espiritual e social, além de envolvê-los em serviços voluntários nas comunidades da região.

Acampamento reuniu cerca 4.300 desbravadores no Centro de Eventos em Ponta Grossa

Para o prefeito da cidade, Marcelo Rangel, Ponta Grossa está se tornando o grande polo da Igreja Adventista no Brasil, principalmente pela força da TV Novo Tempo, e os eventos que a igreja realiza, envolvendo as famílias do município.

“Nós estamos muito emocionados, principalmente porque o evento que os desbravadores realizaram, teve repercussão na cidade e até mesmo fora, justamente pela organização, pelo respeito, pela união, pela valorização familiar, e acima de tudo, para mostrar que a Igreja Adventista na cidade de Ponta Grossa, só cresce”, ressalta Rangel.

De acordo com o pastor e líder dos desbravadores na região central do Paraná, Fabiano Souza, a contribuição é a marca que o desbravador deixa quando ele passa por um Campori como esse. “Nós plantamos árvores, realizamos uma Feira de Saúde em parceria com a Prefeitura Municipal, tivemos entrega de livros, visitamos pessoas, trabalhamos com a prevenção do Mosquito da Dengue e abordamos assuntos contra o abuso infantil, tema muito  importante nos dias de hoje”, pontua Souza.

“Esse trabalho de conversar com todas as pessoas, entregando os panfletos, falando um pouquinho da igreja, falando mais de Deus, da família, isso não tem o que falar, é maravilhoso”, destaca a secretária municipal da assistência social, Simone Kaminski Oliveira.

Desbravadoras presentearam moradora da comunidade com livro missionário de 2018

César Pereira, conta que conheceu a Igreja Adventista através do Clube de Desbravadores. Durante a adolescência ele participava de todas as atividades propostas pelo clube, no entanto, em um determinado momento de sua vida, por questões particulares, o jovem abandonou os desbravadores e consequentemente a igreja. Os anos passaram, César se casou, teve uma filha, mas nunca se esqueceu do que havia aprendido como desbravador.

“Na minha vida o lenço sempre teve uma representatividade muito grande, porque no momento que eu estive fora da igreja, eu nunca esqueci do que era a essência de usar o lenço, de ser um desbravador. Então, ele foi um ponto chave para meu retorno na igreja, com ele sinto que posso realmente trabalhar e servir ao próximo”, analisa Pereira.

Segundo o pastor e presidente da Igreja Adventista na região central do Paraná, Lourival Gomes, quando a igreja trabalha bem a faixa etária dos 10 aos 15 anos, por certo esses jovens permanecerão na igreja, serão bons líderes e bons cidadãos. “O benefício maior é com o próprio desbravador, que ao vir para o Campori, ele se solidifica na igreja como membro e futuramente como líder”, conclui o pastor. [Equipe ASN, Luciene Bonfim/ Fotos: Alexandre Kamimura]

 

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