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Universitários comemoram Dia da África na Assembleia Legislativa de SP

Grupo de estudantes de instituição adventista participou de evento oficial na Assembleia Legislativa de São Paulo

Intercâmbio étnico-cultural é intensificado em instituição adventista

Intercâmbio étnico-cultural é intensificado em instituição adventista

São Paulo, SP … [ASN] No dia 20 de maio, 35 universitários africanos do Unasp – Campus SP, estiveram entre os convidados da sessão de abertura das Comemorações do Dia da África. O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo no auditório Paulo Kobayashi e abriu a série de eventos que, até o dia 31 de maio, irá celebrar o dia do Continente Africano no Brasil. O grupo musical formado por alguns alunos angolanos cantou na abertura e no encerramento da solenidade. A letra, cantada em um dos idiomas originais da África, falou sobre o retorno de Jesus a Terra.
Entre os alunos presentes na assembleia havia uma representante da Nigéria, os demais vieram da Angola. Antes de a sessão começar os estudantes angolanos tiveram a oportunidade de conversar e trocar experiências com General do Exército Brasileiro, Adhemar Costa Machado Filho, que atuou nas operações de paz durante a guerra civil que ocorreu na Angola.
Histórias – Durante sua palestra o general contou muitas histórias que presenciou, entre elas, a que mais o marcou, sobre o reencontro emocionante de pai e filho que lutavam em grupos opostos. O general demonstrou o carinho que sente pelo país africano e a felicidade por poder compartilhar o que viveu com jovens universitários que eram crianças no período em que ele atuou por lá.
Um dos principais incentivadores das comemorações do Dia da África é o moçambicano Carlos Pinto de Magalhães, tetraneto do poeta Tomás Antônio Gonzaga que foi personagem da Inconfidência Mineira e autor da obra Marília de Dirceu, ele ressaltou o vínculo cultural e humano entre o Brasil e a África e destacou a importância da presença de universitários africanos no país.
“A vinda deles vem precisamente incorporar o que há de bom e de positivo para que se transforme em futuros portadores de uma cultura que está relacionada com o continente africano”, afirmou.
Nádia Pina é natural de Angola e cursa Ciências Contábeis no Unasp SP ela participou da cerimônia e apreciou ver seu continente sendo reconhecido. “Foi uma boa iniciativa porque, afinal, num país grande como o Brasil o pessoal valoriza bastante os africanos. E falar sempre da cultura da África, que indiretamente faz parte do Brasil, também é bom. Nos sentimos privilegiados”, disse.
O Unasp SP inicia neste mês de maio um núcleo de estudos étnico-raciais. O objetivo é que o tema não seja apenas assunto de fóruns e discussões acadêmicas, mas também objeto de pesquisa. “Começa como um núcleo de estudos em extensão que vai expandir e no futuro pode também ser um núcleo de estudos e pesquisas com relação às questões étnico-raciais”, explicou Cristina Tavares, coordenadora da Extensão Universitária. [Equipe ASN, Murilo Pereira]

 

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