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Simpósio da Educação Adventista debate “Geração Y”

Aprendizagem para Geração Y é foco do encontro.Maringá, PR… [ASN] Sala de aula sempre agitada, celular tocando e pouca interatividade. Estas são algumas dificuldades que os professores enfrentam quando se trata da “geração Y”. Uma geração totalmente informatizada onde a vida gira em torno do virtual, não do mundo real. Aproximadamente 400 educadores da região sul do Brasil estão reunidos em Maringá (PR), desde o dia 29, para estudarem métodos e abordagens inovadoras para a Educação Adventista. “Tem aluno que não fala nada na sala de aula e o meu contato acontece pela internet. Eu converso muitas horas com estes alunos e esclareço dúvidas pela internet. Esta é uma característica da geração y”, conta o professor Márcio Fraiberg, mestre em biologia, que leciona no Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS).
Com o título “A Educação e a Prática Escolar”, o simpósio da educação adventista conta com a presença dos palestrantes: Renato Gross, Thalita da Silva, Selena Rivas, Eleni Wordell, Betânia Lopes, Gildene Silva, Jussara Hofmann e Anilce Littke. “Foram abordados vários aspectos que os professores acham relevantes para o desenvolvimento estudantil, aprendemos como atender alunos com necessidades educacionais especiais, foi muito importante. A professora Thalita Silva falou sobre o desafio da integração escola/família, o que destaco na palestra dela é a missão do educador. Ela deixou bem claro que somos ministros da verdade e temos uma missão a cumprir”, ressalta Camile Bueno, professora de redação, português e inglês do Colégio Adventista de Florianópolis.

Intercalando com as palestras gerais com todo o grupo, acontecem oficinas especiais onde os educadores estudam projetos bem executados e com bons resultados desenvolvidos por colegas de profissão. Um deles foi executado pela educação infantil da escola de Cachoeirinha (RS). A professora notou que os alunos tinham falta de interesse e rejeitavam alunos com necessidades especiais. Ela organizou um projeto ressaltando o trabalho em equipe e alcançou êxito. “Utilizando um livro próprio para crianças entre 4 e 5 anos de idade, a professora realizou várias atividades lúdicas com os alunos. Todos os dias ela usava uma página do livro e uma atividade. Pude ver mais um exemplo sobre a importância da literatura, pois a melhora foi evidente”, comenta Poliana Fragatti, bibliotecária do Colégio Adventista de Maringá. [Equipe ASN – Patrícia Ferreira]

 

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