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Prêmio reconhece pesquisa de alunas de colégio adventista

Rede de Educação Adventista no centro do Rio Grande do Sul tem despertado interesse de alunos por educação científica.

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As estudantes Jade Bilhar (esquerda) e Fernanda Manhabosco recebem prêmio junto ao professor orientador Ricardo Rodrigues

Porto Alegre, RS… [ASN] Um evento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que dá a oportunidade para que alunos de Ensino Médio, Fundamental e Técnico apresentem trabalhos de caráter científico premiou duas alunas do Colégio Adventista de Novo Hamburgo. Entre os destaques da 8ª edição do Salão UFRGS Jovem, que aconteceu entre 21 e 25 de outubro, a pesquisa que abordou a importância da alimentação correta durante a gestação, apresentada por Jade Bilhar e Fernanda Manhabosco, foi premiada e garantiu um troféu à dupla.

“A gente entrevistou 50 [mulheres] grávidas do município de Novo Hamburgo em instituições privadas e obteve discussão, resultado e hoje a gente está aqui”, conta Jade Bilhar. “Foi muito satisfatório fazer este trabalho e representar o colégio. Deu bastante trabalho, mas rendeu e está aqui o resultado”, afirma Fernanda. Ambas são do 1º ano do Ensino Médio.

Feliz pelo sucesso das alunas, o professor e orientador, Ricardo Rodrigues, ficou surpreso com o que ocorreu logo após a entrega dos troféus. “Me chamou a atenção que na saída da plataforma, quando tínhamos recebido o troféu, uma gestante pediu as informações e deu inclusive o e-mail. Isso é fantástico porque chamou a atenção do público”, conta.

Alfabetização científica

A premiação e o interesse de novos alunos pela pesquisa acadêmica fortalece um trabalho de seis anos que tem sido feito pela Rede de Educação Adventista na região central do Estado. Ao todo, sete de suas nove unidades de ensino na localidade tiveram trabalhos selecionados para apresentações. A assessora geral responsável pela disciplina de Ciências nas instituições locais, Patrícia Cavalheiro, explica que o preparo dos alunos acontece muito antes de se tornar um conteúdo selecionável para um evento acadêmico. Desde cedo, no Ensino Fundamental II, estudantes se tornam monitores em ciências e ensinam os conteúdos aprendidos para estudantes das séries iniciais, o que faz com que estejam em contato constante com pesquisa.

Há seis anos, Instituições adventistas na região estimulam desenvolvimento científico de alunos

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“O projeto visa uma aplicação educacional informal, que torna a aprendizagem motivadora, em que os alunos sejam capazes de desenvolver suas competências e habilidades, que saibam viver em comunidade e que de certa forma se preparem para a iniciação científica na escola”, explica. Para ela, “é desejável iniciar o processo de alfabetização científica desde cedo, já na escola”.

Uma das alunas que abraçou a possibilidade foi Larissa Castro, hoje no 1º ano do Ensino Médio no Colégio Adventista de Novo Hamburgo. Durante o sexto e o sétimo ano do Ensino Fundamental, ela se tornou uma pesquisadora em ciências, interessada por assuntos ligados à vida saudável. “Foi uma experiência muito boa porque além de eu gostar bastante de crianças e de ajudar, eu obtive muito conhecimento. Além disso, tive vontade de pesquisar mais sobre saúde e me deu vontade de passar isso para outras pessoas”, revela. No evento da UFRGS, Larissa apresentou resultados benéficos para o organismo ao ingerir, ao menos, uma maçã por dia. [Equipe ASN, Willian Vieira]

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